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29/09/08

Ao vivo... Interpol

Data - 07 de Novembro de 2007
Local - Coliseu dos Recreios de Lisboa
Notas - Perante uma sala completamente cheia, o Interpol proporcionaram um excelente concerto, sóbrio e denso, como densa é a voz e a postura de Daniel Kessler. O alinhamento musical percorreu os três discos do grupo deste Turn on The Bright Lights (2002), até ao recente Our Love To Admire (2007), passando pelo Antics (2004). Um bom concerto.

Eis o alinhamento completo do concerto:

Pioneer To The Falls
Say Hello To The Angels
Narc
Obstacle 1
Scale
Mammoth
No I Threesome
Slow Hands
Rest My Chemistry
The Lighthouse
EvilC'mere
The Heinrich Maneuver
Not Even Jail
Take You On a Cruise
Stella Was a Diver and She Was Always Down
PDA

21/07/08

Ao vivo... Peter Murphy

Data - 30 de Novembro de 2007
Local - Pavilhão Municipal de Gaia
Notas - O Sr. Bauhaus deu um fabuloso concerto. Dono de uma voz inconfundível, Peter Murphy deliciou o público que encheu o pavilhão. Alguns problemas de som, principalmente na fazer inicial, prejudicaram um bocado um espectáculo onde foi possível ouvir os maiores sucessos de Peter Murphy, para além de alguns temas dos Bauhaus.

23/06/08

Ao vivo... High School Musical

Data - 22 de Dezembro de 2007
Local - Palacio de Deportes, Madrid
Notas - Mega-produção da Disney baseada no filme juvenil "High School Musical". Espectáculo muito bem produzido que não passou por Portugal.

19/05/08

Ao vivo... Police

Data - 25 de Setembro de 2007
Local - Estádio Nacional
Notas - Um estádio Nacional que não encheu e onde ficou, mais uma vez, demonstrada a falta de condições deste recinto para espectáculos desta natureza. Os maus acessos ao recinto fizeram com que muita gente ficasse presa nas filas de trânsito, não chegando a horas do concerto. Foi um concerto que percorreu toda a carreira do grupo, podendo afirmar-se que foram uns Police que, sem deslumbrarem, fizeram com que saíssemos satisfeitos do recinto. Na primeira parte actuou a banda Fiction Plane, liderada por Joe Sumner, filho de Sting. Sinceramente, não achei nada de especial.

29/10/07

Ao vivo... Enrique Iglesias

Data - 28 de Outubro de 2007
Local - Pavilhão Atlântico de Lisboa
Notas - Sinceramente a música de Enrique Iglesias não me diz nada. Fui a este concerto na base de "O que um homem faz por uma mulher". No entanto houve, como em tudo, coisas boas e coisas más.
Os fans do músico, que não encheram por completo o pavilhão, devem ter ficado um pouco desiludidos por o concerto ter durado somente uma hora e quinze minutos. É muito pouco tempo principalmente quando se trata de um músico que já editou bastantes discos.
Quanto ao concerto, propriamente dito, fiquei com a ideia que as pessoas gostaram e que Enrique Iglesias não esteve mal.
Destaco pela positiva, a simpatia do músico. Sem qualquer tipo de vedetismo pelo meio, Enrique comunicou com o público, brincou e "deixou" brincarem com ele como se fosse um miúdo. Chamou ao palco um casal do público, que me pareceu ser verdadeiramente improvisado, e divertiu-se muito com esse momento.
Não gosto muito da sua música, do seu género, mas Enrique Iglesias esteve bem.
Finalmente realço a entrada ao som de um tema dos Muse e o final com um tema dos Eurythmics. Para o regresso a casa, enquanto as pessoas abandonavam o pavilhão, ouvia-se o tema de Louis Armstrong (What a Wonderful World).

19/10/07

Ao vivo... George Michael

Data - 12 de Maio de 2007
Local - Estádio Cidade de Coimbra
Notas - Finalmente George Michael em Portugal. Apesar de ser um dos concertos mais aguardados dos últimos tempos, o estádio apresentava um aspecto desolador com muito pouco público para assistir ao concerto deste importante, irreverente e polémico músico.
Com um cenário deslumbrante, Georgios Kyriacos Panayiotou mais conhecido por George Michael, deu um excelente concerto dentro do seu estilo musical. Com um alinhamento que percorreu toda a sua carreira desde o tempo dos Wham como por exemplo o I'm Your Man, até aos seus últimos êxitos, sem esquecer o mítico Careless Whisper.
Um som excelente e um grande profissionalismo por parte do músico fizeram desta noite, uma noite inesquecível para os apreciadores da sua música.
Na primeira parte actuaram os Portugueses Fingertips que foram remetidos para um canto do palco, tendo de tocar num pequeno espaço diante das colunas de som. Deve ter sido uma experiência muito má e, na minha opinião, foi uma falta de consideração por parte da organização. Acho que nenhuma banda merecia isto, muito menos tratando-se de um grupo Português que até goza de alguma popularidade. Pode e deve ter sido exigência de George Michael, mas discordo deste tipo de procedimento. Apesar de tudo os Fingertips não estiveram mal e cumpriram perfeitamente o papel que lhes estava destinado.

13/07/07

Ao vivo... Super Bock, Super Rock 2007

Data - Dias 28 de Junho, 3 de Julho, 04 de Julho e 05 de Julho de 2007
Local - Parque Tejo
Notas - No primeiro dia, 28 de Junho, com o recinto a "rebentar pelas costuras", era praticamente impossível dirigirmo-nos a um bar; quase não nos conseguiamos mexer.
Quanto à parte musical, foi possível assistir a mais um grandioso concerto daquela que para mim é a melhor banda ao vivo: Metallica. Com um som espectacular e puro dentro da agressividade da sua música, os Metallica mais uma vez, triunfaram e arrebataram por completo as cerca de 40000 pessoas e demonstraram ser obrigatório assitir a pelo menos um concerto deles. Relativamente a Joe Satriani, a sua música acaba por se tornar repetitiva; estamos a ouvir um tema, podemos ir a um bar buscar algo para beber, regressamos, e fica a ideia que carregámos no botão de "pause" da aparelhagem pois a música está exactamente no mesmo sítio. Não funciona muito bem ao vivo, apesar de Satriani ser um virtuoso da guitarra. Dos Stone Sour não gostei muito, o mesmo não acontecendo com os Mastodon que deram um bom concerto mas sem deslumbrarem.
No dia 03 de Julho, inesquecível concerto dos canadianos Arcade Fire. Grande grupo ao vivo. Tocaram temas dos seus dois álbuns, Funeral e Neon Bible. Uma banda que em palco se excede e demonstra grande empatia com o público. Das poucas bandas que demonstra prazer e alegria por estar em palco. Excelentes actuações para os Bloc Party que com o excelente tema Uniform conseguiram levar ao delírio os milhares de presentes que ansiavam pelos Arcade Fire. Klaxons e The Gift estiveram em bom nível, se bem que fiquei com ideia de que a banda de Sónia Tavares estava a fazer frete.
Finalmente no dia 04 de Julho a grande desilusão do festival: Jesus and Mary Chain. O regresso desta mítica banda foi mau, mesmo muito mau. Pouco público para um espectáculo frio e ao qual assistiamos estupefactos pois nunca em nenhum momento da noite fomos tentados a bater o pé, a saltar, a fazer o que quer que fosse para se curtir a música. Os Maximo Park foram menos maus.
Dia 05 não tive oportunidade de ir. Foi pena pois parece que os Interpol deram um bom concerto, se bem que não consigo entender uma linhamento em que no mesmo dia tocam os Interpol, com os TV On The Radio ou Scissor Sisters.
No geral foi uma boa edição do Super Bock Super Rock, esta de 2007.

18/05/07

Ao vivo... The Who

Data - 16 de Maio de 2007
Local - Pavilhão Atlântico
Notas - Meio pavilhão para receber uma das bandas mais importantes da história do Rock. A banda de Roger Daltrey e Pete Townshend merecia mais; merecia o pavilhão cheio. No entanto, os poucos presentes saíram de lá satisfeitos pois assistiram a uma boa noite de Rock. Primeira parte com Rose Hill Drive.

15/01/07

Ao vivo... Riders On The Storm (Doors)


Data - 13 de Janeiro de 2007
Local - Coliseu dos Recreios de Lisboa
Notas - Fabuloso. Pode-se afirmar que o ano de 2007 começou da melhor maneira em termos de espectáculos.
Uma sala completamente esgotada recebeu os Riders On The Storm, banda formada pelos ex-Doors Robbie Kriger (guitarras), Ray Manzarek (teclas) e o vocalista dos Cult Ian Astbury.
Durante cerca de duas horas foi possível percorrer toda a carreira do mítico grupo de Los Angels, como por exemplo Roadhouse Blues, Whisky Bar, Alabama Song, Light My Fire e todo um desfilar de hits que eram cantados por todos os presentes cujas idades iam dos 18 aos 60 anos.
Ian Astbury, no difícil papel de interpretar os temas imortalizados por Morrison, conseguiu superar todas as expectativas. Robbie Kriger, contínua a tocar guitarra como poucos brindando os presentes com excelentes solos provando que quem sabe não esquece, antes pelo contrário. Ray Manzarek não sobressaiu tanto como Kriger limitado um pouco pelo tipo de instrumento que, apesar de tudo, toca de forma exímia.
Em suma foi uma noite muito bem passado a ouvir Doors sem a presença Jim Morrison mas com o seu espírito.
Triste, mesmo muito triste deve ter ficado o grande número de pessoas que esperavam no átrio do Coliseu, junto às bilheteiras, que aparecesse alguém com bilhetes para vender, fosse qual fosse o preço.