Tó Pica, experiente guitarrista com 23 anos de carreira, membro dos Sacred Sin, Ramp, Anti-Clockwise e Secret Lie, apresenta-se nesta primeira edição do Festival Energeia acompanhado por um leque de excelente músicos, com o objectivo de dar a conhecer o seu primeiro trabalho a solo, um CD a editar brevemente, e do qual se espera a confirmação (se é que ainda precisa disso) de Tó Pica como um dos melhores guitarristas portugueses de metal.
Um exercício de estilo
Quando a música é um vício... um "veneno" salutar
"Toxicidade" - Tema dos GNR - Álbum "Rock In Rio Douro"
Mostrar mensagens com a etiqueta Crónica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Crónica. Mostrar todas as mensagens
20/04/15
18/04/15
Crónica... Manifesto
Paulo Lima na voz e guitarra, Augusto Figueira na guitarra e coros, Bidgi Marciano no baixo e coros e Nuno Justo na bateria e coros formaram os Manifesto em Novembro de 2011.
Com um rock simples e directo, o grupo deu-se a conhecer com o tema "Acordai", numa homenagem ao maestro Fernando Lopes Graça e ao poeta José Gomes Ferreira.
Em 2014 editam o primeiro álbum, homónimo, do qual faz parte o tema Arriscar, primeiro single a ser extraído do mesmo e com uma sonoridade muito próxima dos Tara Perdida, um rock cheio de energia e empolgante.
Os Manifesto são mais um grupo que começa a despontar no panorama musical português e que vai marcar presença na primeira edição do Festival Energeia.
17/04/15
Crónica... Razia
Os Razia formaram-se em Fevereiro de 2010 e aquilo que pode ter começado por ser uma espécie de brincadeira, na qual um grupo de amigos com jeito para a música decide juntar-se e alugar um espaço para os seus ensaios e tocar covers dos seus grupos preferidos, acabou por se tornar algo sério.
Desse grupo de amigos composto pelo Hugo, Pedro, David, Gonçalo e Anita, a Anita já não faz parte do grupo, tendo abandonado o projecto em Setembro de 2010.
Os membros actuais dos Razia são o Gonçalo na voz, David na guitarra, João na guitarra e voz, Pedro no baixo e voz e o Hugo na bateria e voz, e são estes músicos que, citando o grupo, "três anos e meio e dezasseis originais depois, cá estamos nós", e ao fim de mais e um ano e gravações, finalmente é editado o primeiro trabalho "Rebaldaria", um álbum composto por doze temas de Punk-Rock nacional cheio de energia.
Os Razia são outro grupo que vai marcar presença no Festival Energeia.
Desse grupo de amigos composto pelo Hugo, Pedro, David, Gonçalo e Anita, a Anita já não faz parte do grupo, tendo abandonado o projecto em Setembro de 2010.
Os membros actuais dos Razia são o Gonçalo na voz, David na guitarra, João na guitarra e voz, Pedro no baixo e voz e o Hugo na bateria e voz, e são estes músicos que, citando o grupo, "três anos e meio e dezasseis originais depois, cá estamos nós", e ao fim de mais e um ano e gravações, finalmente é editado o primeiro trabalho "Rebaldaria", um álbum composto por doze temas de Punk-Rock nacional cheio de energia.
Os Razia são outro grupo que vai marcar presença no Festival Energeia.
15/04/15
Crónica.... Gazua
Foi no ano de 2007 que estes três músicos, com larga experiência, se juntaram para formar os Gazua.
João Corrosão na guitarra e voz, fez parte dos Corrosão Caótica no final dos anos 80 e início dos anos 90 e também dos Carbon H, durante o ano de 1998; Paulino no baixo e coros também se estreou nos anos 80 com os Jardim do Enforcado e posteriormente, nos anos 90, com os M.A.D e os Spitz Buben; finalmente o baterista João Teixeira que tocou com os Anti-Clockwise e com Kalú, dos Xutos e Pontapés.
Conhecidos por darem concertos enérgicos, o grupo já editou cinco trabalhos, tendo sido o primeiro, "Convocação", editado em 2008, ao qual se seguiu "Música Pirata" em 2009, "Contracultura" em 2010, "Transgressão" em 2012 e já este ano "Sobrenatural", ou seja, cinco discos em apenas 8 anos de existência, e o seu número de seguidores tem vindo a aumentar ano após ano.
Com passagens pelo cinema S. Jorge, Espaço TMN ao Vivo, Festa do Avante e Musicbox, entre muitos outros concertos e festas académicas, é de esperar um enorme concerto no festival Energeia, no dia 01 de Maio.
22/09/11
Momentos... REM

Os REM, foram uma das maiores bandas dos últimos anos. Não faço esta afirmação na sequência do anúncio feito pelo grupo, pois sempre os considerei, juntamente com os Rolling Stones, uma das duas últimas grandes bandas (no activo) da história da música.
Sem a longevidade dos Stones, a banda liderada por Michael Stipe, formou-se em 1980 e editou 15 álbuns de originais, entre os quais destaco "Murmur (1983)", "Reckoning (1984)" e o incontornável "Automatic For The People (1992)", numa carreira repleta de êxitos e belíssimas canções, magistralmente executadas por excelentes músicos.
Tive a felicidade, pois foi disso que se tratou, de os ter visto ao vivo duas vezes, nos anos de 1999 e 2005, no Pavilhão Atlântico. Lembro-me perfeitamente da presença de Michael Stipe em palco, do virtuosismo de Peter Buck na guitarra, e do inesquecível Mike Bills, um dos melhores baixistas que tive a oportunidade de ouvir tocar. Pelo grupo passou ainda Bill Berry, que se retirou da música em 1997.
Ontem, dia 21 de Setembro de 2011, foi anunciado o fim do grupo, o fim de uma das maiores bandas dos últimos anos, mas que nos deixou um "legado" de 15 discos, alguns deles intemporais e que continuaremos a ouvir com o mesmo prazer de sempre.
09/08/11
À margem... Festival do Sudoeste 2011

Fui a onze das quinze edições que houve até hoje do Festival do Sudoeste na Zambujeira do Mar. Só não fui este ano pois, para aém de não gostar de nenhum dos grupos ou músicos que ia actuar na Herdade da Casa Branca - com excepção dos National e Interpol - não tenho paciência para o comportamento quase irracional da maior parte dos jovens que vai a este festival.
Hoje em dia, este festival apresenta-se, não como um evento onde se vai para ouvir música , mas sim como um evento onde há música e ao qual as pessoas vão, na sua maioria, com o objectivo de se embebedarem de forma irresponsável; pelo menos é a ideia com que transparece.
Conheço quem lá vá e que não sai do parque de campismo durante os dias todos em que decorre o que é suposto ser um festival de música; vejo pessoas a atirarem pela vedação do recinto - pois caso contrário seriam retidas à entrada pelos seguranças - garrafas de refrigerantes cheias de vinho, que depois devoram de forma inconsciente, até ficarem quase inconscientes; pessoas que mal se aguentam em pé e que acabam por cair para o chão, inanimados; mas também vejo quem está lá para se divertir e quer ouvir a música que passa nos diversos palcos (às vezes mal situados), e essas pessoas não o conseguem fazer, pois estão constantemente a ser incomodadas por esses outros, que devido ao seu estado não conseguem respeitar ninguém, nem têm a noção das suas atitudes.
Não sou nenhum puritano, mas não posso deixar de considerar decadente o espectáculo que se vê no recinto, não espectáculo musical (já de si fraco), mas sim o espectáculo humano, se é que as atitudes de alguns jovens que por lá andam, têm algo de humano.
É algo deplorável, e é pena que os jovens que vão ao Sudoeste (e não só) não se saibam divertir sem uma bebedeira ou um charro (quando não é o caso de ser algo mais forte).
Como em tudo, é lógico que existem excepções e, quem as pratica, seguramente que daqui a muitos anos lembrar-se-á e terá a felicidade de recordar os bons momentos que lá passou, enquanto que quem opta "pelo outro lado" (álcool e outros produtos), e de forma inconsciente, de certeza que não se vai lembrar de nada.
Opções.
24/03/11
Ao vivo no dia 08 de Abril... A Jigsaw

Depois de um longa digressão europeia, na qual promoveram o aclamado "Like The Wolf", os A Jigsaw, vão pisar o palco do Maus Hábitos no próximo dia 8 de Abril pelas 22 horas, para um concerto que se espera memorável.
A música deste grupo oriundo de Coimbra, composto por João Rui, Jorri, Marco Silva e Susana Ribeiro, assenta numa base Blues / Folk, e é essa magia que levam ao Porto para uma noite única, onde ainda vai ser possível assistir a actuações de Sofia Truta, com a participação de João Fonseca (covers de Rock n' Roll e Country) e ainda Francisco Rua, um prodígio portuense da Slap Guitar.
Organizado pela PickMeUp em parceria com a Rewind Music e com a colaboração do Maus Hábitos, o preço da entrada é de 5 Euros com consumo obrigatório.
Através do site rewind-music, é possível ver todos os passos da torunée "Like The Wolf European Tour".
O video de Red Pony pode ser visto no YOUTUBE.
10/02/11
Festival Alive - Grinderman

Só mesmo em Portugal é que um grupo desta importância, liderado por alguém como o Nick Cave, é contratado para tocar no palco secundário do Festival Alive.
Não sei qual o tamanho do recinto onde o palco secundário deste ano vai estar colocado, mas se for idêntico ao dos anos anteriores, pouco mais de 1000 pessoas poderão assistir ao concerto, em condições.
15/03/10
Ao vivo... Brendan Perry
Após o final (?) do grupo, Brendan Perry inicia-se numa carreira a solo e edita em 1999 o excelente “Eye Of The Hunter”. Segue-se um intervalo de mais de 10 anos e em 2010, regressa aos discos através de “Ark”, a ser editado brevemente.
Foi no âmbito da promoção deste seu novo trabalho que Brendan Perry actuou no passado dia 14 de Março de 2010, no Santiago Alquimista em Lisboa, perante uma sala que, ao contrário do previsível, não encheu mas estava bem composta de um público devoto, mais aos Dead Can Dance do que a Brendan Perry.
Foi um bom concerto com cerca de hora e meia de duração, durante o qual pudemos ouvir temas antigos da sua carreira a solo, bem como temas do seu novo disco e até uma cover de Tim Buckley.
A lamentar, apenas o som que no início não esteve bom sendo depois corrigido e também o desconhecimento por parte do público de uma grande parte das belas canções que Brendan Perry tocou e cantou com a sua soberba e poderosa voz.
Resta-nos esperar pelo disco.
30/05/06
Super Bock Super Rock
O segundo dia do ACT 1 do Festival Super Bock Super Rock era aguardado com grande expectativa.Com um cartaz equilibrado no qual se destacava o regresso aos palcos dos Alice In Chains, a expectativa residia também em saber se o som estaria melhor do que no dia anterior, em que foi um verdadeiro desastre.
Eram seis horas da tarde quando os portugueses Primitive Reason subiram ao palco para dar início a mais um dia de festival. Durante cerca de uma hora e perante um calor infernal, os Primitive Reason não conseguiram quebrar a frieza do público. Apesar do alinhamento ser constituído pelas suas canções mais populares, a banda demonstrou uma vez mais a falta de "garra" que começa a ser evidente nos seus concertos. Nota 2,5 de 0 a 5.
A seguir era chegada a vez dos Alice In Chains. Após cerca de dez anos de interregno, esta banda formada em Seattle no ano de 1897 no auge do grunge, regressa aos palcos com um novo vocalista, William Duval (dos Comes With the Fall), que substitui Layne Staley falecido em Abril de 2002 vítima de overdose. Apesar de não conseguir fazer esquecer o carismático vocalista dos primórdios do grupo William mostra-se possuidor de uma excelente voz não tão "grunge" como a de Layne mas bem colocada e com o timbre exacto. No final do espectáculo, o grupo exibiu para o público um cartaz onde se podia ler: Alice In Chains Born Again. Acho que sim. Nota 4 de 0 a 5.
Deftones foram o grupo que se seguiu e deram um concerto verdadeiramente arrasador. A agressividade da música e a boa comunicabilidade de Chico Moreno com o público fizeram deste concerto um dos melhores do dia, com um alinhamento tipo "Greatest Hits", de onde se pode destacar a cover do tema "No Ordinary Love" de Sade. Para finalizar em verdadeira apoteose, Chico Moreno canta no meio do público e os Deftones brindam todos os presentes que se amontoavam junto do palco com um Medley "7Words - Root Engine Nº 9 - 7 Words". Nota 4,5 de 0 a 5.
Após o devastador concerto dos Deftones seguiam-se os Placebo. Num alinhamento de grupos não muito feliz, a banda de Brian Molko surge encurralada entre os Deftones e os Tool. Tarefa difícil. Este facto levou a que muitas das pessoas que assistiram ao concerto dos Deftones aproveitassem a pausa para se dirigirem à zona de restauração e descansarem para depois poderem assistir ao concerto dos Tool. No entanto os Placebo cumpriram. Entraram com alguns temas do novo álbum "Meds" para depois voltarem aos seus clássicos. Uma actuação incólume mas que nunca chegou a ser brilhante. Nota 4 de 0 a 5.
Finalmente e para fechar a noite: Tool. A banda liderada por Maynard James Keenan presenteou o sequioso público com aquele que foi o melhor concerto do dia. Com um som fantástico, com um palco no qual estavam quatro ecrãs onde passavam imagens que serviam como "acompanhamento" para os temas, os Tool cumpriram à risca o que se estava à espera e era aguardado há muitos anos, depois do fracasso que foi o seu concerto no Restelo. Ao tocarem temas de todos os seus álbuns, particularmente do último "10000 days" deram um concerto fabuloso, inesquecível. Destaque para "The Pot" e "Aenema". Ficou a ideia de que brevemente o grupo poderá regressar a Portugal para um concerto em nome próprio.
E pronto, assim chega ao fim mais um dia do Super Bock Super Rock, este excessivamente quente em contraste com a noite fria do dia anterior. Não fossem as milhares de melgas e mosquitos que por lá apareceram (e que nem pagaram bilhete) tinha sido fabuloso. Assim... também foi.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



