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25/07/11

Ao vivo... Festival Alentejo

Data - 31 de Julho de 2010
Local - Zona Industrial de Évora
Notas - Primeira edição do festival Alentejo, um evento com um cartaz revivalista, virado para a memória dos anos 80. Neste segundo dia do festival, o destaque ia para os alemães Alphaville, que no ano de 2010, regressaram aos concertos e aos discos. O grupo liderado por Marian Gold, mantendo a formação inicial, deu um concerto que não deslumbrou mas que foi muito agradável. Muito pouco público para assistir a um festival com um cartaz razoável, dentro dos objectivos a que se propunha, mas que pecou pela organização e pela falta de divulgação.
Este ano, ao que tudo indica, não há; esperemos que regresse em 2012.

30/08/10

Ao vivo... Festival Alentejo

Data - 30 de Julho de 2010
Local - Zona Industrial de Évora
Notas - Primeiro dia da primeira edição do Festival Alentejo, em Évora. Com um cartaz baseado ma música dos anos 80, creio que a afluência de público terá ficado muito aquém das expectativas da organização. Neste primeiro dia, ao chegar ao recinto à hora do início dos concertos, o aspecto era desolador. Pouco mais de 100 pessoas estavam presentes para receberem os Abba Platinum, grupo que se dedica de uma forma quase "assassina" a tocar temas dos Abba. Demasiado mau para ser verdade e a única coisa que quem não assistiu perdeu, foi o poder comprovar que existem grupos mesmo muito maus, para não dizer péssimos.
Quanto a CJ Ramone, e perante algum público, foi uma agradável surpresa com o ex-Ramones a fazer-se acompanhar por uma banda de bom nível que nos trouxe à memória a música dos Ramones, com o ritmo alucinante que o grupo praticava em palco, com o característico 1, 2, 3, 4, e de seguida arranca um tema com grande ritmo.
Apesar do ambiente ter melhorado um pouco, o público continuava escasso. Talvez pouco mais de duas mil pessoas estavam no recinto para assistir a um bom concerto de Peter Murphy, em jeito Best Of, que percorreu toda a sua carreira, não deixando de lado os clássicos Subway, Cuts You Up ou Strange Kind Of Love, entre tantas outras belas canções que o "Sr. Bauhaus" nos cantou durante quase duas horas de espectáculo.
Este sim, foi um bom concerto, e, quem não pode assistir, não sabe o que perdeu.
Quanto ao festival, propriamente dito, talvez tenha "pernas para andar", pois realiza-se numa bela cidade e o local é de fácil acesso, com muito espaço para estacionamento. Na minha opinião, precisa de mais alguma divulgação e de limar algumas arestas no que diz respeito à organização.