Um exercício de estilo
Quando a música é um vício... um "veneno" salutar
"Toxicidade" - Tema dos GNR - Álbum "Rock In Rio Douro"
18/05/06
Arctic Monkeys no Paradise Garage
15/05/06
Ao vivo... Tina Turner
Local - Estádio do Restelo
Observações - Um daqueles concertos a que assisti quase por obrigação. Grande profissionalismo de Tina Turner, cheia de energia como é hábito, para um estádio bem composto de público.
De realçar que um dos membros da banda que a acompanhou era, nem mais nem menos do que o excelente guitarrista Peter Frampton.
11/05/06
08/05/06
Ao vivo... Mão Morta
07/05/06
Disco da semana - "Good News For...
Este trio, composto por Isaac Brock na guitarra e voz, Eric Judy no baixo e Jeremiah Green na bateria, somente após cinco álbuns e dez anos de intenso trabalho conseguiram o reconhecimento da critica musical com o seu último trabalho “Good News For People Who Love Bed News” editado em finais de 2004.
Neste disco estão patentes as influências dos Yo La Tengo ou dos Superchunk. Por vezes a música dos Modest Mouse vai até aos “Built To Spill”, mas sempre com o cuidado de nunca entrar nos devaneios de guitarra a que os Built To Spill nos habituaram, fincando numa linha mais próxima dos Yo La Tengo, obtendo dessa forma um equilíbrio muito saudável no seu som.
01 - Horn Intro
02 - The World At Large
03 - Float On
04 - Ocean Breathes Salty
05 - Dig Your Grave
06 - Bury Me With It
07 - Dance Hall
08 - Bukowski
09 - This Devil's Workday
10 - The View
11 - Satin In A Coffin
12 - Interlude (Milo)
13 - Blame It On The Tetons
14 - Black Cadillacs
15 - One Chance
16 - The Good Times Are Killing Me
Nota - 08/10
01/05/06
Ao vivo... Xutos & Pontapés
24/04/06
Ao vivo... James Cotton
Local - Centro Cultural de Belém
Observações - Talvez a maior "banhada" que apanhei relativamente a concertos. James Cotton, considerado quase unanimemente como um dos melhores executantes de harmónica, deu um concerto de somente 40 minutos. Quando saiu de palco, o público que encheu o CCB ficou à espera, pois julgou tratar-se de um intervalo. Após a confirmação de que o espectáculo tinha terminado, houve quem fosse reclamar tendo sido reembolsado do valor do ingresso.
23/04/06
Sigur Ros - Takk
"Takk" é o seu quarto CD depois do excelente trabalho editado em 2002 intitulado (). Pelo meio fizeram uma EP excessivamente experimental "Ba Ba Ti Ki Di Do", música para um bailado.
Com "Takk" o grupo faz uma espécie de regresso às origens praticando aquela sonoridade a que nos habituou com os trabalhos anteriores, se bem que neste disco aparecem pela primeira vez a cantar no idioma da sua terra natal, o que torna o disco ainda mais curioso. É daqueles discos que pode não se gostar à primeira, mas a boa música é como uma obra de arte: aprende-se a gostar.
E os Sigur Ros não fazem somente música... fazem arte. Isso é bom e quando se ouvem os seus discos somo levados para longe, para um mundo distante. Uma viagem que sabe bem e que se torna inesquecível, da qual não apetece voltar. Apetece por o CD em "repeat".
01 - Takk
02 - Glosoli
03 - Hoppipolla
04 - Meo Blodnasir
05 - Se Lest
06 - Saeglopur
07 - Milano
08 - Gong
09 - Anduari
10 - Svo Hljott
11. Heysatan
17/04/06
Biografia - Massive Attack
Os Massive Attack são oriundos da cidade de Bristol e formaram-se em 1987. Constituídos inicialmente por Andrew “Mushroom” Vowles, Grant “Daddy G” Marshall com a colaboração de 3D (Robert del Naja), editaram o seu primeiro single intitulado “Daydreaming” no ano de 1990.Durante a guerra no Iraque o grupo altera o seu nome para Massive o que se revelou um verdadeiro desastre em termos comerciais, tendo voltado ao nome original com o final da guerra (que afinal ainda continua).
Com a saída de Tricky a música dos Massive Attack torna-se menos densa, menos sombria e as diferenças estão bem patentes no álbum “Mezzanine” editado em 1998.
01 – Safe From Harm
02 – Karmacoma
03 – Angel
04 – Teardrop
05 – Inertia Creeps
06 – Protection
07 – Butterfly Caught
08 – Unfinished Sympathy
09 – Risingson
10 – Future Proof
11 – Five Man Army
12 – What Your Soul Sings
13 – Sly
14 – Live With Me
11/04/06
Em Destaque... Liquid Tension Experiment

Os Liquid Tension Experiment são aquilo a que se pode chamar um super-grupo.
Formados pelos Dream Theather’s John Petrucci e Mike Portnoy, por Jordan Rudes (Dixie Dregs), e pelo extraordinário baixista Tony Levin, músico de Peter Gabriel, este grupo gravou o seu primeiro disco no ano de 1998 para a label Magna Carta.
Numa onda que vai desde o rock progressivo ao metal progressivo, gravaram dois álbuns homónimos, sendo o segundo de 1999.
Apesar de ser um tipo de música de difícil audição pois são temas instrumentais longos, a sua obra justifica plenamente uma chamada de atenção.
Lamentavelmente, são discos difíceis de conseguir pois não se enquadram propriamente no tipo de música que venda bastante, mas quem tiver a oportunidade de os ouvir vai gostar imenso.
Um super-grupo composto por grandes músicos dos quais destaco, sem menosprezar os restantes, Tony Levin que é para mim o melhor baixista que há actualmente.
São discos tocados por músicos exímios, por virtuosos.
10/04/06
Livro em destaque
Pode ser adquirido através do blog do autor ou através do site da Cd Go.
04/04/06
Sisters Of Mercy no Coliseu
O Coliseu de Lisboa vestiu-se de negro na noite de ontem para receber os Sisters Of Mercy neste seu regresso a Portugal.
Com o concerto a atrasar uma hora devido ao jogo de futebol entre Barcelona e Benfica, eram 22 horas quando a banda liderada por Andrew Eldritch entrou em palco para cerca de 90 minutos de concerto, um concerto morno em que tocaram todos os seus grandes êxitos da sua curta obra discográfica, que contrasta com a sua longa carreira.
Os Sisters of Mercy formaram-se em 1980 e gravaram somente três álbuns sendo o último, Vision Thing, de 1990.
Apesar da ausência de novos discos, nunca deixaram os palcos ao longo destes dezasseis anos.
Quanto ao concerto de ontem foi, em minha opinião um bom concerto apesar de não ter existido qualquer tipo de comunicação entre a banda e o devoto público que praticamente encheu o Coliseu, numa atitude de culto para com uma das bandas mais importantes do movimento Gótico/Industrial britânico dos anos 80.
27/03/06
Ao vivo... Rolling Stones
20/03/06
Ao vivo... Tindersticks
13/03/06
Ao vivo... Dzrt
12/03/06
Madrugada... The Deep End
Na primavera de 1999 editam o seu primeiro EP “New Depression”, que atingiu alguma popularidade e grande rotação nas rádios norueguesas.
O primeiro álbum, “Industrial Silence” surge em 1999 tendo atingido enorme sucesso nos países escandinavos.
Em 2001 é editado “The Nightly Disease” um disco mais denso, com temas mais obscuros e menos acessíveis. Escusado será dizer que não vendeu muito, mas passados poucos meses, já no ano de 2002, editam “Grit” que os coloca de novo nas tabelas de vendas.
Finalmente em 2005 é editado o incompreensivelmente esquecido “The Deep End”, um disco que surge na mesma linha de “Grit”, viajando por vezes até “The Nightly Disease” na obscuridade de alguns temas, nos ambientes tensos que se sentem à medida que vamos ouvindo o disco. Um disco excepcional.
01 - Kids Are on High Street
02 - On Your Side
03 - Hold on to You
04 - Stories from the Streets
05 - Running Out of Time
06 - Lost Gospel
07 - Elektro Vakuum
08 - Subterranean Sunlight
09 - Hard to Come Back
10 - Ramona
11 - Slow Builder
12 - Sail Away
Classificação - 8/10
07/03/06
Ali Farka Touré
Ali Farka Touré nasceu no Mali no ano de 1939.
Foi, em minha opinião, um dos melhores guitarristas de sempre. Um bluesman africano cuja guitarra tinha um som único e inolvidável.
Gravou discos com Taj Mahal (outro grande nome do Blues), Chieftains e Ry Cooder. Em dueto com Ry Cooder editou no ano de 1994 o soberbo Talking Timbuktu que venceu o Grammy para o melhor disco de World Music desse ano. Nos dias de hoje ainda é considerado um dos melhores discos de sempre de World Music.
Tive a felicidade de assistir a um espectáculo seu no ano passado em Lisboa, Monsanto. Numa noite fria, a sua música aqueceu os presentes que apesar serem poucos saíram de lá extasiados com o dedilhar e a simpatia de Ali Farka Touré.
Deixou-nos hoje, dia 07 de Março de 2006.
O mundo musical fica mais pobre.
África perde um dos seus melhores músicos.
06/03/06
Ao vivo... Rolling Stones
27/02/06
26/02/06
Calla... Collisions
Em 1997 com entrada para a sua formação de Sean Donovan (colaborador em estúdo dos Factory Press) formam os Calla.
Já como Calla editam em 1999 um CD intitulado "Calla", em 2001 “Scavengers”, em 2003 “Televise” e finalmente em 2005 “Collisions”.
“Collisions” é um excelente disco repleto de bonitas canções. Ao ouvir a sussurrante e inebriante voz de Aurélio Valle e do seu lento e calmo dedilhar de guitarra somos transportados para paisagens perdidas sem fim à vista, somos invadidos por uma onda de prazer, um prazer que se vai tornando maior à medida que vamos ouvindo este belo trabalho.
01 - It Dawned On Me
02 - Initiate
03 - This Better Go As Planned
04 – Play Dead
05 – Pulverized
06 – So Far, So What
07 – Stumble
08 – Imbusteros
09 – Testify
10 – Swagger
11 - Overshadowed














