Foto tirada pelo autor deste blog a Eurico, jogador do Sporting Clube de Portugal, após uma entrevista efectuada com vista a publicação no jornal "Musicalíssimo". Apesar de ser um jornal ligado à música e à cultura, com este tipo de entrevista pretendia-se saber qual a importância da música na vida de pessoas públicas de outros quadrantes.Um exercício de estilo
Quando a música é um vício... um "veneno" salutar
"Toxicidade" - Tema dos GNR - Álbum "Rock In Rio Douro"
15/03/08
Momentos... Eurico
Foto tirada pelo autor deste blog a Eurico, jogador do Sporting Clube de Portugal, após uma entrevista efectuada com vista a publicação no jornal "Musicalíssimo". Apesar de ser um jornal ligado à música e à cultura, com este tipo de entrevista pretendia-se saber qual a importância da música na vida de pessoas públicas de outros quadrantes.10/03/08
Ao vivo... Festival do Sudoeste
Local - Zambujeira do Mar
Notas - Na minha opinião, a edição do Festival do Sudoeste de 2000 foi das mais fracas. Na memória ficou um excelente concerto de Beck, um concerto morno dos Bloodhound Gang, e os Oasis que não terminaram a sua actuação devido ao comportamento do público que começou a atirar pedras para o palco tendo atingido o baterista do grupo.
Etiquetas:
Ala dos Namorados,
Ano 2000,
Beck,
Bloodhound Gang,
Da Weasel,
Festivais,
Festival do Sudoeste,
Guano Apes,
Moloko,
Morcheeba,
Oasis,
Placebo
03/03/08
Ao vivo... Rock In Rio Lisboa
Local - Parque da Bela Vista
Notas - Esta primeira edição realizada em Lisboa do Rock In Rio, marcou o regresso de Peter Gabriel a Portugal para um excelente concerto. Neste dia actuaram ainda Rui Veloso, Jets, Gilberto Gil e Ben Harper que proporcionou mais um bom concerto.
Etiquetas:
Ano 2004,
Ben Harper,
Festivais,
Festival Rock In Rio,
Gilberto Gil,
Jet,
Manu DiBango,
Peter Gabriel,
Ray Lema,
Rui Veloso
01/03/08
23/02/08
18/02/08
17/02/08
Disco... Nusrat Fateh Ali Khan - Night Song

Nusrat Fateh Ali Khan nasceu em Lyallpur no Paquistão no dia 16 de Outubro de 1948. Dono de uma inconfundível e fabulosa voz era considerado pela critica, quase unanimemente, como sendo a melhor voz dentro do seu estilo musical, Qawwali. Ali Khan faleceu no dia 16 de Agosto de 1997, em Londres. A sua carreira foi recheada de momentos altos e serviu de inspiração para muitos músicos por todo o mundo, sendo considerado por Jeff Buckley "O meu Elvis". Chegou a participar com Eddie Vedder na banda sonora do filme "Dead Man Walking". "Night Song" é, a par dos seus trabalhos "Shahbaaz" de 1991 e "Devotional Songs" de 1992, um dos seus discos fundamentais. Numa linha onde apresenta um Qawwali menos purista e conservador, graças à colaboração com Michael Brook, "Night Song" torna-se um disco mais acessível para quem não conhece a obra deste músico. É um disco fabuloso e obrigatório, com oito belíssimos temas que nos enchem de prazer e alegria, que nos deixam completamente siderados. A sua voz, quase celestial, é uma verdadeira pérola.
01 - My Heart, My Life
02 - Intoxicated
03 - Lament
04 - My Comfort Remains
05 - Longing
06 - Sweet Pain
07 - Night Song
08 - Crest
Nota - 10/10
09/02/08
07/02/08
Entrevista... CTT
Terceira parte de uma entrevista feita pelo autor deste blog aos CTT e que foi publicada no jornal Musicaíssimo no dia 04 de Maio de 1982
Perg. – A nível de discos, pensam editar alguma coisa cantada em inglês?
Resp. – Não. A nossa língua é o português e como tal gravamos em português. Não dá para gravarmos em inglês.
Perg. – O público reage melhor quando vocês cantam em inglês ou em português?
Resp. – Reage melhor quando os temas são cantados em português, porque já há uma certa saturação ao rock inglês, ao passo que o rock português é novo e as pessoas vibram com a língua.
Perg. – Quanto a projectos para o futuro, o que é que os CTT têm na manga?
Resp. – Um álbum.
Perg. – Para quando?
Resp. – É difícil dizer pois ainda temos de chegar a acordo com a editora.
Perg. – A editora não vos dá essa hipótese?
Resp. – Não. Apoiam mais uns do que outros. Isto a nível de editoras é uma burocracia autêntica. Se uma promoção for bem feita, nós também conseguimos obter êxito que dê dinheiro à editora. Mas, até termos a tal reunião, não podemos adiantar mais nada.
FIM
Perg. – A nível de discos, pensam editar alguma coisa cantada em inglês?
Resp. – Não. A nossa língua é o português e como tal gravamos em português. Não dá para gravarmos em inglês.
Perg. – O público reage melhor quando vocês cantam em inglês ou em português?
Resp. – Reage melhor quando os temas são cantados em português, porque já há uma certa saturação ao rock inglês, ao passo que o rock português é novo e as pessoas vibram com a língua.
Perg. – Quanto a projectos para o futuro, o que é que os CTT têm na manga?
Resp. – Um álbum.
Perg. – Para quando?
Resp. – É difícil dizer pois ainda temos de chegar a acordo com a editora.
Perg. – A editora não vos dá essa hipótese?
Resp. – Não. Apoiam mais uns do que outros. Isto a nível de editoras é uma burocracia autêntica. Se uma promoção for bem feita, nós também conseguimos obter êxito que dê dinheiro à editora. Mas, até termos a tal reunião, não podemos adiantar mais nada.
FIM
06/02/08
Entrevista... CTT
Segunda parte de uma entrevista feita pelo autor deste blog aos CTT e que foi publicada no jornal Musicaíssimo no dia 04 de Maio de 1982
Perg. – Vocês em palco têm uma mímica forte. Isso é feito com a intenção de agarrar o público ou é simplesmente a vossa maneira de actuar?
Resp. – Se eu estivesse parado não dava para o pessoal entender aquilo que queria dizer, pois sabes que ao vivo é bastante difícil ouvirem-se as palavras que saem do PA e aquelas que provavelmente não se apanham, eu tento dizer na mímica. Com isto as pessoas ficam agarradas, não só ao espectáculo, como compreendem mais ou menos aquilo que estou a dizer, a transmitir,
Perg. - Como vês o rock que actualmente se faz em Portugal?
Resp. – Como não podia deixar de ser, existem grupos bons e grupos maus. Isto está porreiro mas ainda há muito trabalho a fazer. As editoras têm interesse de ganhar dinheiro e isso não ajuda os grupos a evoluírem. Há mais uma caça à música comercial para tentarem ganhar dinheiro à custa da venda dos discos.
Perg. – Nos vossos espectáculos, cerca de 50% da música que tocam não é da vossa autoria, são versões de grupos estrangeiros. Como é que explicam isto?
Resp. – Nós estamos a trabalhar para que o nosso reportório seja de quatro horas de rock cantado em português e esperamos concretizar esse projecto brevemente.
...
Perg. – Vocês em palco têm uma mímica forte. Isso é feito com a intenção de agarrar o público ou é simplesmente a vossa maneira de actuar?
Resp. – Se eu estivesse parado não dava para o pessoal entender aquilo que queria dizer, pois sabes que ao vivo é bastante difícil ouvirem-se as palavras que saem do PA e aquelas que provavelmente não se apanham, eu tento dizer na mímica. Com isto as pessoas ficam agarradas, não só ao espectáculo, como compreendem mais ou menos aquilo que estou a dizer, a transmitir,
Perg. - Como vês o rock que actualmente se faz em Portugal?
Resp. – Como não podia deixar de ser, existem grupos bons e grupos maus. Isto está porreiro mas ainda há muito trabalho a fazer. As editoras têm interesse de ganhar dinheiro e isso não ajuda os grupos a evoluírem. Há mais uma caça à música comercial para tentarem ganhar dinheiro à custa da venda dos discos.
Perg. – Nos vossos espectáculos, cerca de 50% da música que tocam não é da vossa autoria, são versões de grupos estrangeiros. Como é que explicam isto?
Resp. – Nós estamos a trabalhar para que o nosso reportório seja de quatro horas de rock cantado em português e esperamos concretizar esse projecto brevemente.
...
05/02/08
Entrevista... CTT
Primeira parte de uma entrevista aos feita pelo autor deste Blog aos CTT e que foi publicada no jornal "Musicalíssimo" no dia 04 de Maio de 1982.
Os CTT, são uma banda oriunda de Torres Vedras. Constituída por Luís Plácido na voz, Nani na guitarra, Augusto nas teclas e Tó Zé no baixo, contam já com 19 anos de carreira, sendo, inicialmente um agrupamento de música folclórica. Aproveitando o boom do rock português e ao acompanhar a moda, “viraram” para o rock. Após uma pequena apresentação da banda, passemos à entrevista que foi feita em vésperas de actuação no Rock Rendez-Vous.
Perg. – Como é do conhecimento geral, vocês surgiram como grupo de raízes folclóricas e actualmente estão numa linha de rock. Luís Plácido, achas que essa mudança pode ser considerada como uma evolução por parte do grupo?
Resp. – Pode. É uma evolução do grupo. Começámos pela música de folclore porque é a base da música portuguesa. Depois chegámos ao rock e acho que isso, essa mudança, é uma evolução que estamos a conseguir.
Perg. – Há pouco, em conversa, falaste que a Polygram vos dá pouco apoio ao nível de promoção. Por exemplo ao nível do rock, talvez vos marginalize em comparação com os Táxi.
Resp. – Sim, e de que maneira. Evidencia-os de uma maneira e a nós rebaixa-nos, isto talvez porque a música dos Táxi é mais comercial.
Perg. – O vosso contrato com a Polygram terminou recentemente. Está prevista uma renovação?
Resp. – O nosso contrato dizia que quando ele acabasse, se nenhuma das partes se pronunciasse em contrário, continuava por mais um ano. Nem nós nem eles nos pronunciámos, e como tal o contrato continua. Agora vamos ter uma reunião com um membro da editora para falarmos sobre o contrato e outros problemas existentes, mas que de momento, não interessa falar.
...
Os CTT, são uma banda oriunda de Torres Vedras. Constituída por Luís Plácido na voz, Nani na guitarra, Augusto nas teclas e Tó Zé no baixo, contam já com 19 anos de carreira, sendo, inicialmente um agrupamento de música folclórica. Aproveitando o boom do rock português e ao acompanhar a moda, “viraram” para o rock. Após uma pequena apresentação da banda, passemos à entrevista que foi feita em vésperas de actuação no Rock Rendez-Vous.
Perg. – Como é do conhecimento geral, vocês surgiram como grupo de raízes folclóricas e actualmente estão numa linha de rock. Luís Plácido, achas que essa mudança pode ser considerada como uma evolução por parte do grupo?
Resp. – Pode. É uma evolução do grupo. Começámos pela música de folclore porque é a base da música portuguesa. Depois chegámos ao rock e acho que isso, essa mudança, é uma evolução que estamos a conseguir.
Perg. – Há pouco, em conversa, falaste que a Polygram vos dá pouco apoio ao nível de promoção. Por exemplo ao nível do rock, talvez vos marginalize em comparação com os Táxi.
Resp. – Sim, e de que maneira. Evidencia-os de uma maneira e a nós rebaixa-nos, isto talvez porque a música dos Táxi é mais comercial.
Perg. – O vosso contrato com a Polygram terminou recentemente. Está prevista uma renovação?
Resp. – O nosso contrato dizia que quando ele acabasse, se nenhuma das partes se pronunciasse em contrário, continuava por mais um ano. Nem nós nem eles nos pronunciámos, e como tal o contrato continua. Agora vamos ter uma reunião com um membro da editora para falarmos sobre o contrato e outros problemas existentes, mas que de momento, não interessa falar.
...
04/02/08
02/02/08
28/01/08
Ao vivo... Expo 98
21/01/08
Ao vivo...Expo 98
Local - Parque das Nações (Expo 1998)
Notas - Passe para as noites da Expo 98. Diariamente havia uma diversidade muito grande de espectáculos, desde a música étnica ao rock, do bailado à dança contemporânea. Foram muitos os concertos que tive oportunidade de ver, e como tal só me lembro de alguns. Por exemplo, B.B. King, Lou Reed, Chuck Berry, Van Morrison, Geoffrey Oryema, Spiritualized, GNR, Savage Garden, David Byrne, Drummers Of Burundi, Youssou N'Dour, Massive Attack, Delfins, Xutos e Pontapés, Garbage, e muitos outros.
Etiquetas:
Ano 1998,
Chuck Berry,
David Byrne,
Delfins,
Expo 98,
Garbage,
Geoffrey Oryema,
GNR,
Lou Reed,
Savage Garden,
Spiritualized,
Van Morrison,
Youssou N'Dour
20/01/08
Disco... Virginia Astley - From Gardens Where We Feel Secure
Virginia Astley iniciou a sua carreira como membro do grupo Ravishing Beauties, juntamente com Kate St. John e Nick Holland. O seu primeiro disco a solo foi justamente este “From Gardens Where We Feel Secure, onde estão bem patentes as grandes influências de Brian Eno. É um disco simplesmente maravilhoso, indivisível e repleto de ambientes paradisíacos. Basicamente instrumental, durante os seus nove temas, transmite-nos uma paz de espírito verdadeiramente indescritível, uma beleza musical impressionante com músicas muito bem elaboradas que fazem com que nos consigamos alhear de tudo o que nos rodeia. Fica-se como que hipnotizado, irresistivelmente atraído.
01 – Morning: With My Eyes Wide Open I’m Dreaming
02 - Morning: A Summer Long Since Passed
03 - Morning: From Gardens Where We Feel Secure
04 - Morning: Hiding In The Ha Ha
05 – Afternoon: Out On The Law I Lie In Bed
06 - Afternoon: Too Bright For Peacocks
07 - Afternoon: Summer Of Their Dreams
08 - Afternoon: When The Fields Were On Fire
09 - Afternoon: It’s Too Hot To Sleep
Nota – 10/10
19/01/08
Momentos... Dina
14/01/08
Ao vivo... Expo 98
09/01/08
07/01/08
Ao vivo... Leonard Cohen
Leonard Cohen passou por cá em 1985 e 1988 e tive a oportunidade de assistir ao concerto de 1988 no Coliseu dos Recreios de Lisboa, no dia 07 de Junho. Não consigo encontrar o respectivo bilhete, apesar de ter a certeza de o ter guardado.
Lembro-me desse concerto como se fosse hoje, um dos que mais me marcou; Leonard Cohen no lado esquerdo do palco, ao piano, vestido de preto; um desfilar de magníficas canções soberbamente interpretadas de uma forma sóbria e apaixonante; direi mesmo inolvidável.
Lembro-me, passado tanto tempo, dos momentos altos acontecerem com os temas “Suzanne” e “Sisters Of Mercy”. Um concerto que jamais esquecerei e que sempre desejei repetir.
06/01/08
Disco... Walkabouts - Devil's Road
Gravado com a Warsaw Philharmonic Orchestra é o género de disco simultanemente sombrio, denso, mórbido, e extremamente melódico. A banda liderada por Chris Eckman e Carla Togerson apresenta-nos onze canções que passados doze anos continuam belas, apaixonantes e tocantes, sendo um daqueles casos em que quanto mais se ouve mais se gosta, onde constantemente descobrimos pormenores que nos tinham passado despercebidos da última vez que ouvimos. É impossível ficar-se indiferente quando se escuta, por exemplo, "The Light Will Stay One" ou "The Leaving Kind", este último com a participação de Dichon Hinchcliffe violinista dos Tindersticks, e com um memorável solo de guitarra de Carla Togerson.
Extremamente bem tocado e bem interpretado, com uns arranjos perfeitos, quase imaculados.
Sem dúvida alguma, um daqueles discos que daqui por muitos anos vamos continuar a ter prazer em ouvir e em descobrir algo novo, nestes inolvidáveis temas.
01 - The Light Will Stay On
02 - Rebecca Wild
03 - The Stopping Off Place
04 - Cold Eye
05 - Christmas Valley
06 - Blue Head Flame
07 - When Fortune Smiles
08 - All For This
09 - Fairground Blues
10 - The Leaving Kind
11 - Forgiveness Song
Nota - 9.5/10
Nota - 9.5/10
05/01/08
24/12/07
Ao vivo... Disneyland
21/12/07
17/12/07
14/12/07
10/12/07
07/12/07
03/12/07
Ao vivo... Disneyland
Local - Disneyland Paris
Notas - Um destino e uma viagem de sonho para todas as idades. Algo a que ninguém consegue ficar indiferente, não existindo palavras com que seja possível descrever a emoção que sentimos ao entrar neste parque temático e ver a cara de felicidade desde o mais jovem ao mais idoso.
Um local onde todos somos crianças.
Um local onde todos somos crianças.
19/11/07
Ao vivo... GNR
Local - Parque da Bela Vista
Notas - Aproveitando o recinto criado para o Rock In Rio, os GNR deram um bom concerto mas com muito pouco público o que, infelizmente, é costume na zona de Lisboa, talvez devido às constantes provocações de Rui Reininho.
12/11/07
Ao vivo... Massive Attack
Local - Pavilhão Atlântico
Notas - Se não estou em erro este foi o primeiro concerto no pavilhão atlântico após o final da Expo 98. A ser esse o caso, duvido que existisse melhor maneira de "inaugurar" uma sala de espectáculos. Verdadeiramente espectacular.
09/11/07
Ao vivo...Festival Vilar de Mouros
Local - Vilar de Mouros
Notas - Arrasador concerto de Iggy Pop. Um dos melhores de sempre em Vilar de Mouros. Destaque para a actuação de Tricky, um bocado anárquica, em que os músicos nem sabiam qual o alinhamento. Excelente regresso dos Taxi. Os Mojave 3 deram um bom espectáculo apesar do seu som não ser o indicado para aquele tipo de evento e recinto. Moonspell, Sepultura e Xutos e Pontapés cumpriram mas sem deslumbrar.
Etiquetas:
Ano 2006,
Festivais,
Festival Vilar de Mouros,
Iggy Pop,
Mojave 3,
Moonspell,
Sepultura,
Taxi,
Tricky,
Xutos e Pontapés
08/11/07
Entrevista... Entrevista Salada de Frutas
Terceira parte de uma entrevista feita pelo autor deste blog aos Salada de Frutas e publicada no jornal "Se7E, no dia 08 de Julho de 1981.
...
Perg. – Porquê que vocês optaram por cantar Rock em Português?
Resp. – (Zé da Ponte) O Rock como expressão universal que é deve ser entendido pelas pessoas. Nós estamos em Portugal e a cantar para Portugueses. Por esse motivo achamos lógico cantar em Português.
(Guilherme Scarpa) Existem grupos Portugueses que cantam em Inglês. É uma opção como outra qualquer e têm esse direito. Do nosso ponto de vista isso não tem cabimento. Já quase toda a gente perdeu a mania de afirmar que o Português não é uma língua cantável. Esta provado que se pode cantar em Português.
Perg. – A maioria das letras das vossas músicas fala de temas que são uma crítica á sociedade. Porque razão é que optaram por esse tipo de letra?
Resp. – (Zé da Ponte) O rock como linguagem popular, começou por ser um meio de expressão musical em termos acusadores, ao tratar em parte as coisas que, basicamente, estão mal. Foi um movimento desde sempre contestatário. O rock é uma música que é uma maneira de estar e isso reflecte-se naquilo que se canta.
Perg. – Recentemente iniciaram uma tournée a nível nacional. Como é que as pessoas têm reagido aos vossos concertos e gostava que estabelecessem um paralelo entre a reacção do público da província e o da cidade.
Resp. – (Zé da Ponte) O público da província reagiu muito bem e quanto ao público da cidade, mais propriamente o de Lisboa não podemos dizer nada pois só tocámos uma vez em Lisboa e foi tipo relâmpago. A malta urbana é mais agredida por este sistema e isso torna as pessoas mais frias e mais preconceituosas.
FIM
Resp. – (Zé da Ponte) O Rock como expressão universal que é deve ser entendido pelas pessoas. Nós estamos em Portugal e a cantar para Portugueses. Por esse motivo achamos lógico cantar em Português.
(Guilherme Scarpa) Existem grupos Portugueses que cantam em Inglês. É uma opção como outra qualquer e têm esse direito. Do nosso ponto de vista isso não tem cabimento. Já quase toda a gente perdeu a mania de afirmar que o Português não é uma língua cantável. Esta provado que se pode cantar em Português.
Perg. – A maioria das letras das vossas músicas fala de temas que são uma crítica á sociedade. Porque razão é que optaram por esse tipo de letra?
Resp. – (Zé da Ponte) O rock como linguagem popular, começou por ser um meio de expressão musical em termos acusadores, ao tratar em parte as coisas que, basicamente, estão mal. Foi um movimento desde sempre contestatário. O rock é uma música que é uma maneira de estar e isso reflecte-se naquilo que se canta.
Perg. – Recentemente iniciaram uma tournée a nível nacional. Como é que as pessoas têm reagido aos vossos concertos e gostava que estabelecessem um paralelo entre a reacção do público da província e o da cidade.
Resp. – (Zé da Ponte) O público da província reagiu muito bem e quanto ao público da cidade, mais propriamente o de Lisboa não podemos dizer nada pois só tocámos uma vez em Lisboa e foi tipo relâmpago. A malta urbana é mais agredida por este sistema e isso torna as pessoas mais frias e mais preconceituosas.
FIM
07/11/07
Entrevista... Entrevista Salada de Frutas
Segunda parte de uma entrevista feita pelo autor deste blog aos Salada de Frutas e publicada no jornal "Se7E, no dia 08 de Julho de 1981.
...
Perg. – A linha musical do vosso primeiro álbum é totalmente diferente da do single “Robot”. Porquê essa viragem de estilo?
Resp. – (Guilherme Scarpa) – Essa diferença que se sente do single para o álbum não é uma mudança deliberada de estilo, mas sim o resultado de um trabalho que nos desenvolvemos em conjunto e que, digamos, chegou a esta fórmula, que agora é esta mas que daqui a uns meses talvez possa ser outra, pois nós não nos queremos amarrar.
Perg. – Mas não acham que essa mudança musical pode vir a decepcionar alguns dos vossos fans que compraram o primeiro álbum?
Resp. – (Guilherme Scarpa) Eu penso que talvez tenha havido pessoas que deixaram de gostar, mas penso que isso é algo que ninguém pode evitar. Não acho que tenha havido assim tanta malta a deixar de gostar. Temos tido público nos concertos que nos pede tanto para tocarmos temas novos como temas mais antigos.
Perg. – A linha musical do vosso primeiro álbum é totalmente diferente da do single “Robot”. Porquê essa viragem de estilo?
Resp. – (Guilherme Scarpa) – Essa diferença que se sente do single para o álbum não é uma mudança deliberada de estilo, mas sim o resultado de um trabalho que nos desenvolvemos em conjunto e que, digamos, chegou a esta fórmula, que agora é esta mas que daqui a uns meses talvez possa ser outra, pois nós não nos queremos amarrar.
Perg. – Mas não acham que essa mudança musical pode vir a decepcionar alguns dos vossos fans que compraram o primeiro álbum?
Resp. – (Guilherme Scarpa) Eu penso que talvez tenha havido pessoas que deixaram de gostar, mas penso que isso é algo que ninguém pode evitar. Não acho que tenha havido assim tanta malta a deixar de gostar. Temos tido público nos concertos que nos pede tanto para tocarmos temas novos como temas mais antigos.
...
06/11/07
Entrevista... Entrevista Salada de Frutas
Primeira parte de uma entrevista feita pelo autor deste blog aos Salada de Frutas e publicada no jornal "Se7E, no dia 08 de Julho de 1981.
Os Salada de Frutas são um grupo sobejamente conhecido de todos nós. A sua formação provém de 1980 e actualmente são compostos pela Lena D’Água na voz, Luís Pedro da Fonseca nas teclas, Zé da Ponte no baixo, José Carrapa na guitarra e o Guilherme Scarpa Inês na bateria. Todos eles são músicos da chamada “velha guarda” e antes de formarem os Salada de Frutas, já tinham feito algo em termos musicais. Senão, vejamos: Lena D’Água gravou um disco dedicado às crianças; Guilherme Scarpa e José Carrapa participaram juntamente com José Cid no agrupamento Cid, Scarpa e Carrapa, numa onda Rock; Zé da Ponte e Luís Pedro da Fonseca participaram em diversos projectos quer como músicos quer como produtores.
Perg. – Como é que se deu a formação dos Salada de Frutas?
Resp. – (Guilherme Scarpa) O Zé, o Luís Pedro e a Lena formaram a banda em Setembro do ano passado. Decidiram-se a gravar um álbum, arranjaram o material todo e depois quando chegou a altura de ir para estúdio convidaram-me a mim, ao Rui Cardoso e ao Zé Carrapa. Depois disso a malta não fez estrada porque não houve hipótese devido a problemas de ordem técnica e material. Agora resolvemos formar a banda sem o Rui Cardoso; juntamo-nos os cinco, começamos a ensaiar, preparamos um set de palco e só depois disso é que gravamos o “Robot”.
Os Salada de Frutas são um grupo sobejamente conhecido de todos nós. A sua formação provém de 1980 e actualmente são compostos pela Lena D’Água na voz, Luís Pedro da Fonseca nas teclas, Zé da Ponte no baixo, José Carrapa na guitarra e o Guilherme Scarpa Inês na bateria. Todos eles são músicos da chamada “velha guarda” e antes de formarem os Salada de Frutas, já tinham feito algo em termos musicais. Senão, vejamos: Lena D’Água gravou um disco dedicado às crianças; Guilherme Scarpa e José Carrapa participaram juntamente com José Cid no agrupamento Cid, Scarpa e Carrapa, numa onda Rock; Zé da Ponte e Luís Pedro da Fonseca participaram em diversos projectos quer como músicos quer como produtores.
Perg. – Como é que se deu a formação dos Salada de Frutas?
Resp. – (Guilherme Scarpa) O Zé, o Luís Pedro e a Lena formaram a banda em Setembro do ano passado. Decidiram-se a gravar um álbum, arranjaram o material todo e depois quando chegou a altura de ir para estúdio convidaram-me a mim, ao Rui Cardoso e ao Zé Carrapa. Depois disso a malta não fez estrada porque não houve hipótese devido a problemas de ordem técnica e material. Agora resolvemos formar a banda sem o Rui Cardoso; juntamo-nos os cinco, começamos a ensaiar, preparamos um set de palco e só depois disso é que gravamos o “Robot”.
...
05/11/07
Ao vivo... Metallica
Local - Estádio do Restelo
Notas - Este concerto figura no "Top Ten" dos concertos a que assisti. Verdadeiramente fabuloso, com um excelente som e com os Corrosion Of Conformity na primeira parte. Os Metallica são, em minha opinião, uma das melhores bandas ao vivo; talvez a melhor.
02/11/07
Ao vivo... Guitar Shorty
Local - Blues Cafe
Notas - No ano de 1999 o Blues Café, Lisboa, tentou a realizaçãode espectáculos ao vivo nas suas instalações. Infelizmente não durou muito tempo.
Neste dia, um dos maiores músicos de Blues oriundo de Houston proporcionou um concerto verdadeiramente fabuloso, quer em termos de espectáculo quer de duração. Guitar Shorty é um grande guitarrista nascido em 1939, ou seja com quase 60 anos na altura. Mesmo assim deu um concerto que começou cerca da meia-noite e terminou perto das quatro da manhã. Espectacular.
31/10/07
29/10/07
Ao vivo... Enrique Iglesias
Local - Pavilhão Atlântico de Lisboa
Notas - Sinceramente a música de Enrique Iglesias não me diz nada. Fui a este concerto na base de "O que um homem faz por uma mulher". No entanto houve, como em tudo, coisas boas e coisas más.
Os fans do músico, que não encheram por completo o pavilhão, devem ter ficado um pouco desiludidos por o concerto ter durado somente uma hora e quinze minutos. É muito pouco tempo principalmente quando se trata de um músico que já editou bastantes discos.
Quanto ao concerto, propriamente dito, fiquei com a ideia que as pessoas gostaram e que Enrique Iglesias não esteve mal.
Destaco pela positiva, a simpatia do músico. Sem qualquer tipo de vedetismo pelo meio, Enrique comunicou com o público, brincou e "deixou" brincarem com ele como se fosse um miúdo. Chamou ao palco um casal do público, que me pareceu ser verdadeiramente improvisado, e divertiu-se muito com esse momento.
Não gosto muito da sua música, do seu género, mas Enrique Iglesias esteve bem.
Finalmente realço a entrada ao som de um tema dos Muse e o final com um tema dos Eurythmics. Para o regresso a casa, enquanto as pessoas abandonavam o pavilhão, ouvia-se o tema de Louis Armstrong (What a Wonderful World).
26/10/07
22/10/07
Ao vivo.... Queima das Fitas
Local - Passeio Marítimo de Algés
Notas - No âmbito das comemorações da semana académida de Lisboa tem sido possível assistir a alguns bons concertos. Neste ano de 1998, perante pouco público, a Universidade Lusiada proporcionou um concerto com Tunas, GNR, Da Weasel e os New Model Army.
Dos GNR e dos Da Weasel pouco há a acrescentar: Da Wease dão sempre bons espectáculos e os GNR, em Lisboa, não atraem muito público.
Realtivamente aos New Model Army foram uma boa surpresa com um concerto forte, pesado e com muito ritmo.
19/10/07
Ao vivo... George Michael
Local - Estádio Cidade de Coimbra
Notas - Finalmente George Michael em Portugal. Apesar de ser um dos concertos mais aguardados dos últimos tempos, o estádio apresentava um aspecto desolador com muito pouco público para assistir ao concerto deste importante, irreverente e polémico músico.
Com um cenário deslumbrante, Georgios Kyriacos Panayiotou mais conhecido por George Michael, deu um excelente concerto dentro do seu estilo musical. Com um alinhamento que percorreu toda a sua carreira desde o tempo dos Wham como por exemplo o I'm Your Man, até aos seus últimos êxitos, sem esquecer o mítico Careless Whisper.
Um som excelente e um grande profissionalismo por parte do músico fizeram desta noite, uma noite inesquecível para os apreciadores da sua música.
Na primeira parte actuaram os Portugueses Fingertips que foram remetidos para um canto do palco, tendo de tocar num pequeno espaço diante das colunas de som. Deve ter sido uma experiência muito má e, na minha opinião, foi uma falta de consideração por parte da organização. Acho que nenhuma banda merecia isto, muito menos tratando-se de um grupo Português que até goza de alguma popularidade. Pode e deve ter sido exigência de George Michael, mas discordo deste tipo de procedimento. Apesar de tudo os Fingertips não estiveram mal e cumpriram perfeitamente o papel que lhes estava destinado.
Com um cenário deslumbrante, Georgios Kyriacos Panayiotou mais conhecido por George Michael, deu um excelente concerto dentro do seu estilo musical. Com um alinhamento que percorreu toda a sua carreira desde o tempo dos Wham como por exemplo o I'm Your Man, até aos seus últimos êxitos, sem esquecer o mítico Careless Whisper.
Um som excelente e um grande profissionalismo por parte do músico fizeram desta noite, uma noite inesquecível para os apreciadores da sua música.
Na primeira parte actuaram os Portugueses Fingertips que foram remetidos para um canto do palco, tendo de tocar num pequeno espaço diante das colunas de som. Deve ter sido uma experiência muito má e, na minha opinião, foi uma falta de consideração por parte da organização. Acho que nenhuma banda merecia isto, muito menos tratando-se de um grupo Português que até goza de alguma popularidade. Pode e deve ter sido exigência de George Michael, mas discordo deste tipo de procedimento. Apesar de tudo os Fingertips não estiveram mal e cumpriram perfeitamente o papel que lhes estava destinado.
15/10/07
Ao vivo... Festival Imperial Ao Vivo 1998
Local - Estádio das Antas (Rockodromo)
Notas - Festival realizado no complexo do estádio das Antas, no campo de treinos. Um excelente cartaz para um evento que mobilizou muito pouca gente. Aspecto verdadeiramente desolador do recinto.
A chuva também marcou presença, pricipalmente durante a acuação dos James, o que levou muito público a procurar abrigo nas bancadas.
Por este evento passaram Nick Cave, James, Moby (ainda pouco conhecido), Pulp (naquele que viria a ser um dos seus últimos concertos), GNR, Blasted Mechanism, Xutos e Pontapés.
Nunca mais se voltou a realizar nas Antas.
Etiquetas:
Ano 1998,
Blasted Mechanism,
Festivais,
Festival Imperial Ao Vivo,
GNR,
James,
Moby,
Nick Cave,
Pulp,
Xutos e Pontapés
12/10/07
Radiohead... In Rainbows

Quando se fala da música dos Radiohead é preciso calma. "Aquilo" não é, simplesmente, música; é muito mais... é arte. É algo de que se aprende a gostar. Sempre que ouço um tema, por exemplo do álbum OK Computer, a sonoridade é diferente. Descobrimos sempre pormenores que passaram despercebidos das vezes anteriores. Isso é arte.
A música é uma forma de arte, mas os Radiohead estão num patamar muito acima da maior parte dos grupos que existem.
Com este In Rainbows sucede exactamente o mesmo: um excelente disco, talvez um dos melhores dos Radiohead. Só que quando se fala da música deste grupo há sempre algo a descobrir, há sempre um pormenor de excelência. É a diferença entre um simples músico e um génio. Na minha opinião, a música dos Radiohead está cheia de genialidade.
Com este In Rainbows sucede exactamente o mesmo: um excelente disco, talvez um dos melhores dos Radiohead. Só que quando se fala da música deste grupo há sempre algo a descobrir, há sempre um pormenor de excelência. É a diferença entre um simples músico e um génio. Na minha opinião, a música dos Radiohead está cheia de genialidade.
É por isso que só vou fazer a crítica a este disco depois de o ouvir bastantes vezes, pois vai estar em "Repeat" no meu leitor durante o fim-de-semana.
08/10/07
Ao vivo... Festival de Lisboa
Local - Campo Pequeno (Praça de Touros)
Notas - Se houvesse uma lista dos festivais que mais prejuizo deram este estaria seguramente num dos lugares de Top.
Com um cartaz bom a afluência de espectadores foi fraca, mesmo muito fraca. Lembro-me que no mesmo dia, da parte da tarde, havia um jogo de futebol, salvo erro o S. L. Benfica contra o F. C. Porto no estádio da luz. Comentava-se que o futebol tinha tirado pessoas ao festival o que, pessoalmente, não acredito.
O recinto estava praticamente vazio com pouco mais de mil pessoas, mil felizardos que tiveram oportunidade de assistir a um concerto verdadeiramente espectacular dos Cramps. Por lá passaram ainda Bentley Rhythm Ace, Jay-Jay Johanson, Suicidal Tendencies, In fidelity All Stars, Alpha, Ash, Stroke e Cut La Roc.
Etiquetas:
Alpha,
Ano 1998,
Ash,
Bentley Rhytm Ace,
Cramps,
Festivais,
Festival de Lisboa,
Jay-Jay Johanson,
Stroke,
Suicidal Tendencies
06/10/07
05/10/07
Ao vivo... Festival do Sudoeste
Local - Zambujeira do Mar
Notas - Segunda edição do Festival do Sudoeste. Excelente cartaz para um certame com melhor organização, mas para uma vila pouco preparada para receber tanta gente.
Na edição deste ano tocaram: Silence 4, Placebo, Portishead, P.J. Harvey, Yo La Tengo, Fun Lovin Criminals, Sonic Youth, Sérgio Godinho, Cure, Ash, Ratos de Porão, entre muitos outros que passaram pelo palco secundário.
No primeiro dia, Sérgio Godinho graças à sua grande experiência conseguiu contornar a ausência do muito público que esperava pacientemente para estacionar o carro e conseguir entrar no recinto. Destaque ainda para os Ratos de Porão que conseguiram entusiasmar imenso o público presente, enquanto os Cure, como era previsível, estiveram em excelente noite. A banda de Robert Smith não dá maus concertos.
No segundo dia o destaque foi para os Fun Lovin Criminals que deram um espectáculo alegre e divertido com espírito de verão e como tal bem enquadrado no ambiente. Pela negativa, na minha opinião, a actuação dos Sonic Youth que deram um concerto demasiado experimental. Só para fans.
No terceiro dia, inesquecível o concerto de P.J. Harvey. Charme, sedução e boa música em hora e meia de concerto. P.J. Harvey ao vivo é simplesmente espectacular.
Na edição deste ano tocaram: Silence 4, Placebo, Portishead, P.J. Harvey, Yo La Tengo, Fun Lovin Criminals, Sonic Youth, Sérgio Godinho, Cure, Ash, Ratos de Porão, entre muitos outros que passaram pelo palco secundário.
No primeiro dia, Sérgio Godinho graças à sua grande experiência conseguiu contornar a ausência do muito público que esperava pacientemente para estacionar o carro e conseguir entrar no recinto. Destaque ainda para os Ratos de Porão que conseguiram entusiasmar imenso o público presente, enquanto os Cure, como era previsível, estiveram em excelente noite. A banda de Robert Smith não dá maus concertos.
No segundo dia o destaque foi para os Fun Lovin Criminals que deram um espectáculo alegre e divertido com espírito de verão e como tal bem enquadrado no ambiente. Pela negativa, na minha opinião, a actuação dos Sonic Youth que deram um concerto demasiado experimental. Só para fans.
No terceiro dia, inesquecível o concerto de P.J. Harvey. Charme, sedução e boa música em hora e meia de concerto. P.J. Harvey ao vivo é simplesmente espectacular.
Etiquetas:
Ano 1998,
Ash,
Cure,
Festivais,
Festival do Sudoeste,
Fun Lovin Criminals,
P.J. Harvey,
Placebo,
Portishead,
Ratos de Porão,
Sergio Godinho
01/10/07
Ao vivo... Santana
Local - Madrid
Notas - Concerto previamente marcado para a Plaza de Toros La Cubierta em Leganes mas que depois foi transferido para um estádio.
Fabuloso concerto e que teve ainda a particularidade de, ao chegar à Plaza de Toros, deparar com um ambiente fora do normal: não existiam quaisquer vestígios de que se fosse realizar algum evento; perguntei o que se passava e disseram-me que o concerto tinha sido transferido para um estádio de Madrid. Não tinha tido conhecimento dessa alteração. Claro está que iniciei uma correria por uma cidade que não conhecia muito bem para conseguir chegar ao estádio (penso que era o De La Comunidad). Quando cheguei, finalmente, estava o concerto a começar.
Valeu a pena a correria que foi ir de Lisboa a Madrid, andar pela cidade de Madrid a tentar chegar ao estádio, assistir a um grande concerto e regressar a Lisboa logo após o concerto.
Fabuloso concerto e que teve ainda a particularidade de, ao chegar à Plaza de Toros, deparar com um ambiente fora do normal: não existiam quaisquer vestígios de que se fosse realizar algum evento; perguntei o que se passava e disseram-me que o concerto tinha sido transferido para um estádio de Madrid. Não tinha tido conhecimento dessa alteração. Claro está que iniciei uma correria por uma cidade que não conhecia muito bem para conseguir chegar ao estádio (penso que era o De La Comunidad). Quando cheguei, finalmente, estava o concerto a começar.
Valeu a pena a correria que foi ir de Lisboa a Madrid, andar pela cidade de Madrid a tentar chegar ao estádio, assistir a um grande concerto e regressar a Lisboa logo após o concerto.
29/09/07
28/09/07
Ao vivo... Festival Paredes de Coura
Local - Paredes de Coura
Notas - Inesquecível concerto dos Tindersticks naquele que, para mim, é o melhor festival que se realiza em Portugal. Verdadeiramente mágico e belo ter o prazer de ouvir a música dos Tindersticks num cenário como o de Paredes de Coura.
Neste ano tocaram ainda os Moonspell, Red House Painters, Clã, Blind Zero, Divine Comedy, Silence 4, Belle Chase Hotel.
Neste ano tocaram ainda os Moonspell, Red House Painters, Clã, Blind Zero, Divine Comedy, Silence 4, Belle Chase Hotel.
Etiquetas:
Ano 1998,
Blind Zero,
Clã,
Divine Comedy,
Festivais,
Festival Paredes de Coura,
Moonspell,
Red House Painters,
Tindersticks
24/09/07
Ao vivo... UHF
Local - Coliseu dos Recreios
Notas - Uma sala incompreensivelmente vazia para assistir a um concerto desta mítica e incontornável banda do Rock Português.
Não consigo perceber como é que os UHF atingiram tanto sucesso nos anos 80 e actualmente não consigam encher um recinto como o Coliseu dos Recreios. Para além de terem perdido a capacidade de mobilização de fans, as vendas dos discos têm vindo a decair, apesar de terem editado alguns bons trabalhos como por exemplo a verdadeira obra-prima La Pop End Rock, um disco de grande qualidade.
Não consigo perceber como é que os UHF atingiram tanto sucesso nos anos 80 e actualmente não consigam encher um recinto como o Coliseu dos Recreios. Para além de terem perdido a capacidade de mobilização de fans, as vendas dos discos têm vindo a decair, apesar de terem editado alguns bons trabalhos como por exemplo a verdadeira obra-prima La Pop End Rock, um disco de grande qualidade.
22/09/07
Momentos... Rui Veloso
Uma foto de Rui Veloso durante uma entrevista concedida ao autor deste blog, na altura da edição do álbum "Ar de Rock" que mudou completamente o panorama musical Português. O sucesso deste disco fez com que muitas editoras abrissem as suas portas às bandas Portuguesas. Muitas vezes é apelidado do pai do Rock Português. É reconhecível alguma importância na questão mas, em minha opinião, está longe de poder ser considerado como tal. 17/09/07
15/09/07
Momentos... Speeds
Foto tirada pelo autor deste Blog a esta banda que chegou a editar dois singles no inicio dos anos 80 tendo obtido algum sucesso, principalmente com o single "Today Is Not A good Day / Where I Used To Play" que chegou a atingir o primeiro lugar do programa radiofónico Rock em Stock, feito por Luis F. Barros. Editou ainda um outro single "She's Gonna Leave Me / The House Is In A Mess", com uma péssima produção que se reflectiu nas vendas. Muito pouco se sabe desta banda. Brevemente irei publicar excertos de uma entrevista que lhes fiz para um jornal de escola. Penso não existirem muitos registos e entrevistas desta banda.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





































