Um exercício de estilo
Quando a música é um vício... um "veneno" salutar
"Toxicidade" - Tema dos GNR - Álbum "Rock In Rio Douro"
21/03/07
19/03/07
Ao vivo... Sting
Local - Estádio Nacional
Notas - Sting proporcionou um bom espectáculo para um público que não esgotou o Estádio Nacional. Foi um espectáculo em jeito de Greates Hits.
Para abrir a noite esteve em palco o genial Nitin Shawney que deu um concerto a que ninguém conseguiu ficar indiferente.
Sting fez-se acompanhar por excelentes músicos, entre os quais destaco Manu Katche considerado por muitos críticos como um dos melhores bateristas do mundo. Foi pena que Sting não o tivesse deixado brilhar.
17/03/07
Momentos... CTT
Concerto no início dos anos 80 do grupo CTT, Conjunto Típico Torreense, que aproveitando o boom do Rock Português da altura lançou dois singles com algum sucesso que foram "Destruição" e "Hora de Ponta", e um LP que foi um autêntico fracasso "Oito Encomendas Descriminadas no Verso". Brevemente colocarei aqui a entrevista que este grupo concedeu ao autor deste Blog na qual afirmava que a editora não lhes dava a hipótese de gravarem um álbum. Na sequência dessa entrevista foi editado o referido LP. Devido às fracas vendas do mesmo, voltaram à sua vertente de grupo de baile.16/03/07
Ao vivo... Scorpions
Local - Pavilhão Atlântico de Lisboa
Observações - Integrado no Festival Super Bock Super Rock foi um concerto morno, sem nada de especial.
14/03/07
Ao vivo... REM
Local - Pavilhão Atlântico de Lisboa
Observações - É sempre um grande prazer assistir a um concerto dos REM. Grande profissionalismo a acompanhar um alinhamento repleto de excelentes músicas.
12/03/07
Ao vivo... Festival Vilar de Mouros
Local - Vilar de Mouros
Notas - Único ano do Festival em que só fui um dia, principalmente para ver Rammstein. Valeu a pena pois, em minha opinião, a música desta banda funciona melhor em recintos ao ar livre do que em locais fechados como por exemplo o Pavilhão Atlântico.
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Rammstein,
Yellow W Van
10/03/07
09/03/07
Ao vivo... Festival Vilar de Mouros
Local - Vilar de Mouros
Notas - Excelente Alanis Morissette; saudosismo com Robert Plant; Frank Black em bom nível e uns Iron Maiden de arrasar.
Etiquetas:
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Ano 2000,
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Ramp,
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Skunk Anansie,
Sonic Youth
05/03/07
Ao vivo... Bon Jovi
Local - Paulau Sant Jordi - Barcelona
Observações - Um bom concerto apesar do pavilhão não apresentar lotação esgotada. Uma excelente sala de espectáculos.
03/03/07
02/03/07
Ao vivo... Super Bock Super Rock
Local - Parque do Tejo (Parque das Nações)
Observações - Festival dividido em vários dias. Neste dia 11 de Junho foi possível assistir a grandes concertos dos Pixies e Lenny Kravitz; um razoável concerto de Fatboy Slim e um péssimo dos Massive Attack que, inclusivamente, tiveram a humildade de pedir desculpas. Um mau som a aliar à grande constipação da vocalista do grupo. Prometeram voltar e isso aconteceu.
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26/02/07
Ao vivo... Simply Red
Local - Pavilhão Atlântico
Notas - Uma sala muito despida de público para um concerto morno.
22/02/07
Ao vivo... Suede
19/02/07
Ao vivo... Fausto
Local - Coliseu do Porto
Notas - Um bom espectáculo e uma das raras oportunidades de se poder assistir a um concerto de Fausto, um dos maiores músicos Portugueses.
18/02/07
Arcade Fire... Neon Bible
Apesar de poder parecer suspeito, Neon Bible, dos Arcade Fire, é já um dos grandes discos de 2007.
Quando um grupo obtém enorme sucesso com o seu primeiro disco, cria-se sempre um estigma relativamente ao que virá a seguir. Todos nos lembramos que “Funeral”, editado em 2004, foi considerado quase unanimemente o melhor disco do ano. Como consequência dessa distinção criou-se uma enorme expectativa e curiosidade sobre como seria o futuro dos Arcade Fire.
Três anos depois surge o muito aguardado segundo álbum, “Neon Bible”. É um disco verdadeiramente fabuloso, um daqueles discos que quanto mais se ouve mais se gosta, em que os temas nunca são iguais pois a cada audição reparamos em pequenos pormenores que se tornam grandes e que nos fazem prestar um verdadeiro culto ao mesmo.
Neon Bible é um disco equilibrado, na linha de Funeral, em que os Arcade Fire jogaram pelo seguro para ultrapassar o famoso estigma. Podiam eventualmente ter arriscado um pouco mais. Neste disco existem verdadeiras pérolas, verdadeiras obras de arte como por exemplo “Ocean Of Noise”, ou “Intervention” de que facilmente se gosta à primeira audição. Por outro lado Building Downtown (Antichrist Television) é uma excelente canção, se bem que mais complexa, diferente.
A título de curiosidade é de referir que o tema “No Cars Go” fez parte do primeiro EP editado pelos Arcade Fire, no ano de 2003.
É sem dúvida alguma um disco obrigatório.
01 – Black Mirror
02 – Keep The Car Running
03 – Neon Bible
04 – Intervention
05 – BlackWave
06 – Ocean Of Noise
07 – The Well And The Lighthouse
08 – Building Downtown (Antichrist Television)
09 – Windowsill
10 – No Cars Go
11 – My body Is A Cage
Nota: 9/10
Quando um grupo obtém enorme sucesso com o seu primeiro disco, cria-se sempre um estigma relativamente ao que virá a seguir. Todos nos lembramos que “Funeral”, editado em 2004, foi considerado quase unanimemente o melhor disco do ano. Como consequência dessa distinção criou-se uma enorme expectativa e curiosidade sobre como seria o futuro dos Arcade Fire.
Três anos depois surge o muito aguardado segundo álbum, “Neon Bible”. É um disco verdadeiramente fabuloso, um daqueles discos que quanto mais se ouve mais se gosta, em que os temas nunca são iguais pois a cada audição reparamos em pequenos pormenores que se tornam grandes e que nos fazem prestar um verdadeiro culto ao mesmo.
Neon Bible é um disco equilibrado, na linha de Funeral, em que os Arcade Fire jogaram pelo seguro para ultrapassar o famoso estigma. Podiam eventualmente ter arriscado um pouco mais. Neste disco existem verdadeiras pérolas, verdadeiras obras de arte como por exemplo “Ocean Of Noise”, ou “Intervention” de que facilmente se gosta à primeira audição. Por outro lado Building Downtown (Antichrist Television) é uma excelente canção, se bem que mais complexa, diferente.
A título de curiosidade é de referir que o tema “No Cars Go” fez parte do primeiro EP editado pelos Arcade Fire, no ano de 2003.
É sem dúvida alguma um disco obrigatório.
01 – Black Mirror
02 – Keep The Car Running
03 – Neon Bible
04 – Intervention
05 – BlackWave
06 – Ocean Of Noise
07 – The Well And The Lighthouse
08 – Building Downtown (Antichrist Television)
09 – Windowsill
10 – No Cars Go
11 – My body Is A Cage
Nota: 9/10
17/02/07
15/02/07
Ao vivo... Rolling Stones
Local - Estádio de Coimbra
Observações - Concerto de inauguração do Estádio Municipal de Coimbra. Na primeira parte tocaram os Xutos e Pontapés, na segunda os Primal Scream e para fechar os Rolling Stones.
13/02/07
A descobrir em 2007
Grupo formado em Londres no ano de 2004, por David Malkinson na voz e guitarra, Roger Mackin na guitarra e Phil Raines na bateria. A sua música começou por passar na londrina XFM, obtendo grande aceitação por parte dos ouvintes.
The Great Awakening foi o primeiro EP do grupo editado durante o mês de Janeiro, sendo notórias as influências dos Verve e um pouco dos Spiritualized (não tão experimental).
Para Fevereiro está prometido um álbum a editar pela Beggars Banquet que, como se sabe, é sinónimo de qualidade.
Uma grande promessa para 2007.
The Great Awakening foi o primeiro EP do grupo editado durante o mês de Janeiro, sendo notórias as influências dos Verve e um pouco dos Spiritualized (não tão experimental).
Para Fevereiro está prometido um álbum a editar pela Beggars Banquet que, como se sabe, é sinónimo de qualidade.
Uma grande promessa para 2007.
10/02/07
Momentos... Beatnicks
Foto dos Beatnicks durante um concerto no Rock Rendez-Vous no início dos anos 80. Tó Leal era o vocalista da banda na altura. Um som Pop suave e melódico caracterizava a banda. Este concerto foi integrado na tourné de promoção ao álbum "Aspectos Humanos" que, apesar de não ser um mau disco, ficou muito aquém relativamente a vendas.09/02/07
Que é feito de... The Knack?
Os The Knack formaram-se em Los Angeles nos anos 70, com Doug Fieger na voz e guitarra ritmo, Berton Averre na guitarra solo, Prescott Niles no baixo e Bruce Garry na bateria.Num estilo musical rock / punk editaram o seu primeiro álbum”Get The Knack” em 1979 tendo obtido um enorme sucesso graças ao tema “My Sharona” que chegou a liderar as tabelas de vendas um pouco por todo o mundo. Este é um daqueles casos em que um grupo não soube lidar com o sucesso obtido. A sua constante recusa em dar entrevistas fez com que a crítica fosse verdadeiramente implacável para com os seus trabalhos.
Ainda durante 1979 editam o seu segundo disco “…But The Little Girls Understand” que, escusado será dizer, foi um verdadeiro fracasso. Aqui a banda começou a decair em termos de popularidade e qualidade musical nunca voltando a conseguir atingir algum êxito com os seus trabalhos, apesar de editarem discos com uma certa regularidade, exceptuando o período sabático de 1981 a 1991. Em 1991 reaparecem com o disco “Serious Fun” estando a bateria a cargo de Terry Bozzio. Sem qualquer tipo de sucesso o grupo fez mais uma pausa de 1991 a 1998 e depois voltou aos discos acontecendo mais do mesmo: fracasso.
Que é feito deles?
Discografía:
1979 - Get The Knack
1979 - …but The Little Girls Understand
1981 - Round Trip
1991 - Serious Fun
1998 - Zoom
2001 - Normal As The Next Guy
2002 - Live From the Rock ‘N’ Roll Funhouse
2003 - Re-Zoom
08/02/07
Ao vivo... Tindersticks
Local - Coliseu do Porto
Observações - Como já aqui referi os Tindersticks são o grupo que mais vezes vi actuar ao vivo.
05/02/07
Ao vivo... Guitar Summit
Local - Centro Cultural de Belém
Notas - Numa onda de Jazz, um concerto que não deixou grandes memórias.
04/02/07
The Good, The Bad, & The Queen... The Good...
The Good, The Bad & The Queen é o primeiro super grupo a aparecer em 2007, sendo formado por Damon Albarn dos Blur e Gorillaz, Simon Tong dos Verve, Tony Alen baterista que acompanhava Fela Kuti e Paul Simonon baixista dos Clash.
Este seu primeiro trabalho intitulado “The Good, The Bad & The Queen” é desde já um sério candidato ao melhor disco de 2007. Um disco equilibrado com doze boas canções, algumas com um leve cheiro a Blur, outras a fazer lembrar o inicio dos anos 80 e para terminar, um tema verdadeiramente apoteótico, que dá nome ao álbum “The Goo, The Bad and The Queen”. O espírito dos Blur, Verve, Clash, e dos ritmos de Fela Kuti (se bem que aqui poder-se-ia ter ido mais longe) estão presentes neste disco.
Um disco obrigatório e que se deve ouvir muitas vezes.
Nota : 9/10.
Este seu primeiro trabalho intitulado “The Good, The Bad & The Queen” é desde já um sério candidato ao melhor disco de 2007. Um disco equilibrado com doze boas canções, algumas com um leve cheiro a Blur, outras a fazer lembrar o inicio dos anos 80 e para terminar, um tema verdadeiramente apoteótico, que dá nome ao álbum “The Goo, The Bad and The Queen”. O espírito dos Blur, Verve, Clash, e dos ritmos de Fela Kuti (se bem que aqui poder-se-ia ter ido mais longe) estão presentes neste disco.
Um disco obrigatório e que se deve ouvir muitas vezes.
Nota : 9/10.

03/02/07
02/02/07
Que é feito de... Lene Lovich?
Lene Lovich nasceu em 30 de Março de 1949 na Jugoslávia. Filha de pais britânicos passou parte da sua infância em Detroit, onde residiu até aos 13 anos. Com essa idade foi para Inglaterra com a mãe. Depois de uma breve passagem por Hull, Lene Lovich ruma a Londres onde começa a despertar o seu interesse pelo mundo das artes, principalmente teatro. Chega a frequentar a Central Schol Of Art, onde toca saxofone e participa numa banda de funk com Les Chapell que viria a ser o seu principal colaborador.Em 1979 edita o seu primeiro trabalho para a editora Stiff intitulado “Stateless” que obtém um estrondoso sucesso principalmente graças ao tema Lucky Number, que hojeem dia é um tema obrigatório quando se recorda a música do final dos anos 70, início dos anos 80. Um disco de grande qualidade.
A partir desta altura a sua carreira decaiu bastante com a edição de Flex em 1980 que já obteve um relativo fracasso. Seguiu-se em 1982 “No Man’s Land” que também fracassou. Após estas desilusões Lene Lovich retira-se regressando em 1990 com March, editado pela Pathfinder, que é um verdadeiro desastre em termos comerciais. Pelo meio participa em temas com os Erasure, Nina Hagen e Giuni Russo.
Em 2005 Lene Lovich tenta novamente o seu regresso com “Shadows And Dust” trabalho editado pela Stereo Society. Nova desilusão.
Curiosamente, Lene Lovich foi considerada no início dos anos 80, um dos nomes mais importantes da New Wave, ao lado de Nina Hagen. Tão depressa apareceu como desapareceu.
Que é feito dela?
01/02/07
Ao vivo... Patxi Andion
Local - Coliseu do Porto
Observações - Ainda hoje me custa a acreditar que assisti a um concerto de Patxi Andion. Músico que marcou a minha infância, autor de muitas das mais belas canções espanholas dos anos 70 e 80. Há mais de dez anos que Patxi Andin não actuava ao vivo. Veio a este concerto organizado pelos professores do Porto, devido a ele ser professor. Patxi Andion tinha lançado um disco recentemente, intitulado "Nunca... Nadie" e ao que consta nunca mais voltou a tocar ao vivo. Simpático e comunicativo, Patxi Andion proporcionou, seguramente, um dos concertos da minha vida. Não só da minha, talvez da vida de todo o público presente que esgotou completamente esta sala do Porto.
29/01/07
28/01/07
Shins... Wincing The Night Away
The Shins formaram-se em 1997. Liderados elo guitarrista James Mercer’s, membro fundador dos Flake em 1992. A primeira formação dos Shins, para além de Mercer´s era composta pelo baterista Jesse Sandoval, Marty Crandall nas teclas e Neal Langford no baixo. Chegaram a editar alguns singles com o nome de Flake Music, tendo participado numa digressão com os Modest Mouse.Após a edição de When You Land Here em 1997, Mercer e Sandoval formam os Shins. Entre 1999 e 2000 editam os singles “Nature Bears a Vacuum” e “When I Goose-Step” para a label Omnibus. No ano de 2001 mudam-se para a Sub Pop, uma conceituada editora independente. Nesse ano editam o seu primeiro álbum intitulado “Oh, Inverted World” após o qual entram em digressão com os Red House Painters.
Em 2003 editam “Chutes Too Narrow” com a participação do ex-Scared Of Chaka, Dave Hernandez. A música do grupo começa a ganhar maturidade, com um som que momentaneamente nos faz lembrar The Byrds, Donovn e mesmo XTC.
Finalmente no início deste ano de 2007 editam “Wincing the Night Away”. É um disco verdadeiramente fabuloso que corre o risco, muito sério, de ser um dos melhores discos de 2007, isto apesar de ainda estarmos no inicio do ano. Maravilhoso, por exemplo, o tema Red Rabbits, apesar de ser extremamente difícil destacar um tema nestas onze pérolas.
Um disco que merece uma audição pelo menos numa primeira fase porque, depois, torna-se um vício.
01 – Sleeping Lessons
02 – Austrália
03 – Pam Berry
04 – Phantom Limb
05 – Sealegs
06 – Red Rabbits
07 – Turn On Me
08 – Black Wave
09 – Split Needles
10 – Girl Sailor
11 – A Comet Appears
Classificação - 8/10
27/01/07
26/01/07
Ao vivo... Festival Vilar de Mouros 2005
Local - Vilar de Mouros
Notas - Bons concertos de Peter Murphy, Blues Explosion e da lindíssima Joss Stone. Desilusão dos Echo & The Bunnymen. De lamentar a pouco afluência de público.
22/01/07
Ao vivo... Disney no gelo
Local - Pavilhão Atlântico
Notas - Mais um espectáculo com a garantia de qualidade da Disney, para miúdos e graúdos.
20/01/07
19/01/07
Ao vivo... Pearl Jam
Local - Pavilhão do Dramático de Cascais
Observações - A primeira vez que vi Pearl Jam. Simplesmente fabuloso.
18/01/07
Ao vivo... Mark Knopfler
Local - Praça de Touros de Cascais
Notas - Um recinto que não encheu para assistir ao concerto de Mark Knopfler, integrado na promoção do seu álbum "Golden Heart". Uma noite quente de verão, mas com um público frio que mostrou uma certa apatia, excepto nos temas dos Dire Straits.
16/01/07
Ao vivo... Bryan Adams
Local - Praça de Touros de Cascais
Observações - Nada que tenha ficado retido na minha memória.
15/01/07
Ao vivo... Riders On The Storm (Doors)
Data - 13 de Janeiro de 2007
Local - Coliseu dos Recreios de Lisboa
Notas - Fabuloso. Pode-se afirmar que o ano de 2007 começou da melhor maneira em termos de espectáculos.
Uma sala completamente esgotada recebeu os Riders On The Storm, banda formada pelos ex-Doors Robbie Kriger (guitarras), Ray Manzarek (teclas) e o vocalista dos Cult Ian Astbury.
Durante cerca de duas horas foi possível percorrer toda a carreira do mítico grupo de Los Angels, como por exemplo Roadhouse Blues, Whisky Bar, Alabama Song, Light My Fire e todo um desfilar de hits que eram cantados por todos os presentes cujas idades iam dos 18 aos 60 anos.
Ian Astbury, no difícil papel de interpretar os temas imortalizados por Morrison, conseguiu superar todas as expectativas. Robbie Kriger, contínua a tocar guitarra como poucos brindando os presentes com excelentes solos provando que quem sabe não esquece, antes pelo contrário. Ray Manzarek não sobressaiu tanto como Kriger limitado um pouco pelo tipo de instrumento que, apesar de tudo, toca de forma exímia.
Em suma foi uma noite muito bem passado a ouvir Doors sem a presença Jim Morrison mas com o seu espírito.
Triste, mesmo muito triste deve ter ficado o grande número de pessoas que esperavam no átrio do Coliseu, junto às bilheteiras, que aparecesse alguém com bilhetes para vender, fosse qual fosse o preço.
14/01/07
Drive-By Truckers... A Blessing And A Curse

Os Drive-by Truckers são uma banda oriunda de Alabama nos Estados Unidos. Iniciaram a sua actividade no ano de 1996 e até aos dias de hoje têm mantido uma certa regularidade tendo lançado 7 álbuns e um single.
No ano de 2006, a banda formada por Patterson Hood, Mike Cooley, Jason Isbell, Shonna Tucker e Brad "EZB" Morgan, lançou "A Blessing And a Curse" onde estão bem patentes as influências do grupo, principalmente Neil Young. É um excelente disco de rock puro numa onda tipicamente americana.
Um disco de viagens, em que certos temas nos dão a sensação de estarmos a percorrer a América. Um bom disco que merece uma audição cuidada e atenta.
01 - Feb 14
02 - Gravity's Gone
03 - Easy On Yourself
04 - Aftermath USA
05 - Goodbye
06 - Daylight
07 - Wednesday
08 - Little Bonnie
09 - Space City
10 - A Blessing And A Curse
11 - A World Of Hurt
13/01/07
12/01/07
Ao vivo... Bob Dylan
Local - Pavilhão Atlântico
Observações - Bom concerto de um Bob Dylan não muito simpático. Grandes medidas de segurança para evitar que as pessoas tirassem qualquer tipo de fotografia.
08/01/07
Ao vivo... Super Bock Super Rock 2006
Local - Parque do Tejo / Parque das Nações
Observações - Crítica feita neste blog no mês de Junho de 2006
Etiquetas:
Ano 2006,
Cult,
dEus,
Editors,
Festivais,
Festival Super Bock Super Rock,
Franz Ferdinand,
Keane
06/01/07
05/01/07
Ao vivo... Muse
Local - Campo Pequeno
Observações - O meu primeiro concerto na remodelada arena do Campo Pequeno. Foi o melhor a que assisti durante o ano de 2006. Um espaço completamente esgotado para um grande concerto da banda de Chris Wolstenholme, Dominic Howard e Mattew Bellamy.
01/01/07
Ao vivo... Pink Floyd
Local - Estádio de Alvalade
Observações - Talvez o concerto da minha vida por toda a envolvente. Deixei esgotar os bilhetes e passei noites mal dormidas a pensar nisso. Foi então que me lembrei de escrever para todos os jornais, rádios e agências de bilhetes a perguntar se alguém me conseguia arranjar um bilhete, independentemente do preço. Recebi de imediato um telefonema da ABEP a dizer que tinham lá um e que o podia ir buscar. Um espectáculo grandioso como só os Pink Floyd podiam fazer. A música deste grupo vai muito para além de simples música; é arte.
18/12/06
Ao vivo... Tindersticks
Local - Coliseu dos Recreios de Lisboa
Notas - Na primeira parte actuaram os Arab Strap.
14/12/06
Ao vivo... Moonspell
12/12/06
Ao vivo... Tindersticks
Local - Coliseu dos Recreios de Lisboa
Observações - Uma das inúmeras vezes que vi este grupo ao vivo. Na primeira parte tocaram os
Puressence uma boa banda inglesa mas que nunca conseguiu obter grande sucesso em Portugal. Quanto aos Tindersticks, bom como sempre.
Puressence uma boa banda inglesa mas que nunca conseguiu obter grande sucesso em Portugal. Quanto aos Tindersticks, bom como sempre.
10/12/06
Joanna Newsom... YS
Joanna Newsom com apenas 24 anos de idade, brindou-nos, neste ano de 2006, com um dos melhores discos do ano. YS é um disco fabuloso e lindíssimo. A sua voz peculiar e o seu dedilhar melódico, sensual e constante na sua harpa fazem com que a música de Joanna nos embale e transporte numa viagem para outros mundos. Um disco simples e muito bom que, infelizmente, não tem tido grande divulgação.Constituído "somente" por cinco temas, longos e belos. Podemos ouvir músicas com 12 e 16 minutos, mas nem damos pelo tempo a passar. Ficamos como que hipnotizados ao ouvir a harpa de Joanna Newsom que neste disco conta com a colaboração de Bill Callahan, Steve Albini, Jim O'Rourke e Van Dyke Parks.
É, seguramente, um dos grandes discos do ano.
1. Emily
2. Monkey & Bear
3. Sawdust & Diamonds
4. Only Skin
5. Cosmia
Nota - 8/10
07/12/06
Os melhores de 2006 - Uncut

Conforme prometido, hoje publico o “Top Ten” da revista Uncut.
01 – Bob Dylan – Modern Times
02 – Scritti Polliti – White Bread, Black Beer
03 – Comets On Fire - Avatar
04 – Joanna Newsom - Ys
05 – Neil Young – Living With War
06 – Artic Monkeys – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not
07 – Midlake – The Trials Of Van Occupanther
08 – Hot Chip – The Warning
09 – Sufjan Stevens – The Avalanche
10 – Thom York – The Eraser
À semelhança do que foi publicado ontem, este “Top Ten” é extraído pela respectiva ordem, da lista dos cinquenta melhores álbuns de 2006. Aparecem ainda Flamming Lips (11), Bonnie “Prince” Billy (12), Cat Power (14), Ali Farka Touré (17), Yo La Tengo (27) e Muse (48).
01 – Bob Dylan – Modern Times
02 – Scritti Polliti – White Bread, Black Beer
03 – Comets On Fire - Avatar
04 – Joanna Newsom - Ys
05 – Neil Young – Living With War
06 – Artic Monkeys – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not
07 – Midlake – The Trials Of Van Occupanther
08 – Hot Chip – The Warning
09 – Sufjan Stevens – The Avalanche
10 – Thom York – The Eraser
À semelhança do que foi publicado ontem, este “Top Ten” é extraído pela respectiva ordem, da lista dos cinquenta melhores álbuns de 2006. Aparecem ainda Flamming Lips (11), Bonnie “Prince” Billy (12), Cat Power (14), Ali Farka Touré (17), Yo La Tengo (27) e Muse (48).
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