30 May 2012

Ao vivo... Festival Rock in Rio

Data - 25 de Maio de 2012
Local - Parque da Bela Vista
Notas - O primeiro dia do Festival Rock in Rio 2012 foi, ao contrário do habitual, dedicado aos sons mais pesados, no que ao palco principal diz respeito, tendo passado por lá os Sepultura com os Tambours du Bronx, Mastodon, Evanescence e Metallica.
O primeiro concerto neste palco aconteceu ainda o sol brilhava, às 19 horas, com os Sepultura a entrarem em palco acompanhados pelo colectivo francês "Les Tambours du Bronx", grupo formado nos anos 80, inicialmente composto por 18 membros cuja música assenta numa experiência de percussões de cariz muito urbano, com uma sonoridade agressiva mas bem elaborada. Este tipo de som, estranho mas ritmado, acabou por funcionar muito bem com o Death Metal / Trash Metal dos Sepultura, acabando por ter um efeito apaziguador na agressiva música do grupo que se formou no Brasil em 1984 e que desde então tem mantido uma carreira regular e tem passado diversas vezes por Portugal, sempre com bons concertos, e este não foi excepção.
Depois do bom espectáculo proporcionado pelos Sepultura e os Tambours du Bronx, é chegada a vez dos Mastodon tocarem para os cerca de 43000 espectadores que foram ao primeiro dia desta edição do Rock in Rio.
Não fosse pelo facto de o concerto ter sido demasiado curto (cerca de 45 minutos) o grupo que se formou em Atlanta no ano de 1999, teria dado o melhor concerto do dia. Com um som de grande nível, aliado à já famosa e primorosa execução musical dos membros do grupo - Troy Sanders (baixo e voz), Brent Hinds (guitarra e voz), Brann Dailor (bateria) e Bill Kelliher (guitarra) - os Mastodon mostraram o porquê de serem considerados uma das melhores bandas dentro do seu estilo musical, estilo esse que vagueia por um heavy metal com pequenos pormenores de rock progressivo e post-hardcore, e a música do grupo funciona tão bem ao vivo como em disco e, ao contrário do que se possa pensar,  nos temas longos que a banda costuma tocar, a qualidade musical dos músicos é de tal nível que nem se dá pelo tempo a passar, fica-se, isso sim, deliciado com essa execução.
O facto de ainda estarmos a digerir a excelente actuação dos Mastodon e a estagnação criativa por parte da banda liderada por Amy Lee, fez com que o concerto dos Evanescence fosse (na minha opinião) o mais fraco do dia.
Com o estilo musical característico deste grupo que se formou no Arkansas em 1995, a música dos Evanescence acaba por ser "mais do mesmo". Apesar de o alinhamento escolhido ser em jeito de Best Of percorrendo toda a carreira do grupo, desde o primeiro disco "Origin" de 2000 até ao mais recente "Evanescence" de 2011, o concerto foi fraco e monótono. Se em termos de sonoridade musical a nível instrumental o grupo esteve em bom nível, com os temas bem tocados e com força, já a nível vocal Amy Lee mostrou algumas debilidades, chegando a desafinar em algumas partes e demonstrando alguma falta de garra. Para além de não deslumbrarem, também não se pode afirmar, sequer, que tenham cumprido e fica a ideia que o grupo chegou a uma encruzilhada da qual dificilmente conseguirá sair, com um estilo musical "Has Been", ultrapassado, e refém de meia dúzia de hits, mas que não são suficientes para que o grupo consiga manter a chama e o sucesso que obteve no início da carreira, principalmente com "Fallen" em 2003.
E eis que para suceder ao concerto fraco dos Evanescence, é chegada a hora dos Metallica subirem ao palco. Clientes habituais de terras lusas, James Hatfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo têm uma legião de fans impressionante que neste dia não hesitou em vestir de negro o Parque da Bela Vista, para poderem assistir ao concerto de uma das maiores bandas de Metal ao vivo, ainda por cima com a aliciante de nesta digressão o grupo que se estreou com "Kill 'Em All" em 1983, tocar na íntegra o homónimo "Metallica" de 1991, mais conhecido como "Black Album", não faltando ainda temas como  "Master of Puppets" de 1986 ou "Seek & Destroy" de Kill 'Em All, num bom alinhamento, que pecou apenas pelo facto de "Metallica" não ter sido tocado pela ordem, sendo que houve uma primeira parte com hits passados do grupo, depois tocaram o "Black Album" na íntegra, e para o final mais alguns hits. Já que o alinhamento dos temas que fazem parte desse disco foi, propositadamente, separado dos outros com um pequeno interlúdio, teria feito todo o sentido que eles fossem tocados pela ordem em que aparecem no disco, o que não aconteceu.
No entanto, isto não fez com que o concerto não fosse bom; foi, foi muito bom. Só que já houve melhores e o próprio grupo interagiu com o público menos do que é costume, o que foi pena, mas a sonoridade, a postura do grupo ao vivo e a entrega dos músicos em palco, continuam a ser brilhantes e talvez seja por isso que costumo dizer que toda a gente devia, pelo menos uma vez na vida, assistir a um concerto dos Metallica.
Foi o meu oitavo.

Setlist... Bruce Springsteen Madrid

Setlist do concerto de Bruce Springsteen no Estadio de La Comunidad, no dia 07 de Junho de 1999.

01 - My Love Will Not Let You Down
02 - Prove It All Night
03 - Two Hearts
04 - Darkness On The Edge Of Town
05 - Darlington County
06 - Factory
07 - The River
08 - Youngstown
09 - Murder Inc.
10- Badlands
11 - Out In The Street
12 - Tenth Avenue Freeze-Out
13 - Loose Ends
14 - Lion's Den
15 - Working On The Highway
16 - The Ghost Of Tom Joad
17 - Jungleland
18 - Light Of Day
19 - My Hometown
20- Hungry Heart
21 - Born To Run
22 - Cadillac Ranch
23 - Thunder Road
24 - If I Should Fall Behind
25 - Land Of Hope and Dreams

28 May 2012

Setlist... Evanescence

Evanescence no Rock in Rio 2012, dia 25 de Maio 2012

01 - What You Want
02 - Going Under
03 - The Other Side
04 - Weight Of The World
05 - Made Of Stone
06 - Your Star
07 - My Heart Is Broken
08 - Lithium
09 - Sick
10 - The Change
11 - Sober
12 - Oceans
13 - Imaginary
14 - Never Go Back
15 - Bring Me To Life
Setlist do concerto que Bruce Springsteen deu em Portugal, no dia 01 de Maio de 1993, sem a The E Street Band.

Darkness On The Edge Of Town
Adam Raised a Cain
This Hard Land
Better Days
Lucky Town
57 Channels
Trapped
Badlands
Many Rivers To Cross
My Hometown
Leap Of Faith
Man's Job
Roll Of The Dice
Downbound Train
Because The Night
Brilliant Disguise
Human Touch
The River
Who'll Stop The Rain?
Souls Of Departed
Born In The USA
Light Of Day
Hungry Heart
Glory Days
Thunder Road
Born To Run
My Beautiful Reward
Working on The Highway
Rocking All Over The World
Bobby Jean

27 May 2012

Setlist... Smashing Pumpkins

Smashing Pumpkins no Rock in Rio 2012, 26 de Mario de 2012

01 - Zero
02 - Bullet With Butterfly Wings
03 - Today
04 - Starla
05 - The Beginning Is The End Is The Beginning
06 - Quasar
07 - Panopticon
08 - Tonight, Tonight
09  - Ava Adore
10 - Neverlost
11 - The Everlasting Gaze
12 - Oceania
13 - 1979
14 - Cherub Rock
15 - Muzzle
16 - Disarm
17 - Space Oddity (David Bowie Cover)
18 - X.Y.U.
19 - Black Diamond (Kiss Cover)

Setlist... Mastodon

Mastodon no Festival Rock in Rio, dia 25 de Maio de 2012

01 - Black Tongue
02 - Crystal Skull
03 - Dry Bone
04 - Thickening
05 - Octupussy
06 - Stargasm
07 - Blasteroid
08 - All The Heavy Lifting
09 - Spectrelight
10  - Curl Of The Burl
11 - Bedazzled
12 - Blood and Thunder

26 May 2012

Setlist... Sepultura - Tambours du Bronx

Sepultura - Tambours du Bronx no Festival Rock in Rio, 25 de Maio de 2012

01 - Misture
02 - Refuse
03 - Sepulnation
04 - Kairos
05 - Mask
06 - Dialog
07 - Structure
08 - Requiem
09 - Fever
10 - Territory
11 - Roots

23 May 2012

Ao vivo... Bruce Springsteen

Data - 13 de Maio de 2012
Local - Estádio Olímpico de Sevilha
Notas - Apesar de Bruce Springsteen regressar a Portugal este ano de 2012 para o Festival Rock in Rio - desta vez com a sua E Street Band, ao contrário do que aconteceu quando da sua passagem pelo Estádio de Alvalade em 1993 -  nada como assistir a um concerto do "Boss" em nome próprio, acompanhado pela sua mítica banda, infelizmente sem o lendário saxofonista, Clarence Clemons, The Big Man, falecido no dia 18 de Junho de 2011. Vi Clarence Clemons tocar nos concertos de Bruce Springsteen em Madrid (07.06.1999) e Valladolid (01.08.2009), e jamais esquecerei a entrada do músico em palco, com todo o seu porte, estilo e carisma, que faziam com que fosse tão aplaudido como o próprio Bruce. Por norma, Clemons era o último a entrar em palco, como se nos concertos de Springsteen, ele fosse a cereja no topo do bolo. E era.
Nesta Wrecking Ball Tour, Springsteen faz-se acompanhar pelos suspeitos do costume, a sua E Street Band, com os "residentes" Stevie Van Zandt, Nils Lofgren, Roy Bittan, Max Weinberg, Garry Tallent e Patti Scialfa (ausente neste concerto), à qual junta Soozie Tyrell, Charles Giordano e Jake Clemons (filho de Clarence) no saxofone, como que a querer manter o espírito de Clemons dentro do grupo.
O alinhamento escolhido acabou por surpreender, com a inclusão de alguns temas, como por exemplo "The Ties That Bind", "Darlington County" ou "Out in The Street", nos quais se destacam o saxofone, ficando desde logo a ideia que esta digressão acaba por funcionar como uma espécie de homenagem a um músico que acompanhou Bruce Springsteen durante toda a sua carreira, uma homenagem mais do que justificada.
Logo a abrir o concerto, Springsteen começa com "Badlands", pondo ao rubro uma plateia que, apesar de estar sob uma temperatura de 35 gruas não se conteve, e ainda teve forças para vibrar e saltar de alegria,  alegria essa que permaneceu durante toda a noite e que acabou por passar para  palco, ou terá sido a alegria do palco que passou para a plateia?
Não deixou de ser impressionante toda a energia que, não só Bruce Springsteen mas todo o grupo, demonstram quando estão em palco, com momentos em que agem como crianças, em que brincam uns com os outros, ora atirando água com as esponjas de se refrescarem, ora pura e simplesmente rindo, como miúdos no meio de uma grande diversão.
E este concerto foi isso, e muito mais. Seguramente marcante para toda a gente presente foi quando na introdução a "My City Of Ruins", Springsteen diz:
"So Who is The "Minister of Soul" and the "Secretary Of The Brotherhood?"
"Do I have to say his name?"
Não foi necessário, pois os cerca de 40000 espectadores começaram a chamar em uníssono, Clarence Clemons, num momento simultaneamente impressionante e arrepiante, para que ele os pudesse ouvir, onde quer que esteja, no reino do arco-íris.
Foram, como já foi referido, quase três horas de magia, com um Bruce Springsteen extremamente simpático e brincalhão, divertido e a interagir imenso com o público, a ir buscar uma menina à plateia para cantar em dueto "Darlington County", ou a ir buscar outra para, por breves momentos, fazer o papel que Courteney Cox fez no vídeo de "Dancing in The Dark".
Foram, ao todo, 27 músicas.
Foi, também, uma actuação memorável de um músico com 62 anos (23.09.1949), mas que continua a estar em palco como se tivesse 20.
Brilhante.

22 May 2012

Ao vivo... Coldplay

A primeira vez que assisti a um concerto dos Coldplay foi em Paredes de Coura, no já longínquo dia 13 de Agosto de 2000. Na altura, o grupo liderado por Chris Martin era praticamente desconhecido e o cabeça de cartaz do dia eram os Mr. Bungle de Mike Patton. Lembro-me que muito do público presente aproveitou a actuação dos Coldplay para se dirigir aos bares com o intuito de beber ou comer algo; lembro-me também de ver em palco um Chris Martin muito tímido, que quase pedia desculpa por estar ali, perante aquela plateia que estava lá para ver os Mr. Bungle (que iam tocar a seguir) ou Flaming Lips (que tocaram antes).
Depois desse memorável concerto em 2000, seguiram-se 2003 e 2005 no Pavilhão Atlântico, 2011 no Festival Optimus Alive, e agora em 2012 no Estádio do Dragão.
Se dos concertos de 2000, 2003 e 2005 ficaram boas recordações, já o do ano passado no Alive foi muito fraco e, como tal, as expectativas para o Dragão eram imensas, não só por ser a primeira vez que  os via a actuar num estádio, e como tal a natural expectativa quando ao nível de produção e concepção de um espectáculo desta envergadura, mas também para ver se o que se passou no Alive em 2011 foi apenas um dia menos bom, ou se realmente o grupo já não tinha capacidade nem talento para proporcionar grandes concertos.
À chegada ao Estádio do Dragão - clubismos à parte, bastante bonito - surgiu alguém que nos acompanhou durante quase toda a noite: a chuva. Esta companhia indesejada, mas à qual não podíamos dizer não, esteve presente durante uma imensidão de tempo, chegando a criar algumas dúvidas se haveria ou não concerto, quer devido a possíveis questões técnicas quer pelas restrições em termos de movimentação dos músicos em palco, pois como se sabe, Chris Martin é um pouco irrequieto nos momentos em que abandona o piano.
Não sei se por coincidência ou se por S. Pedro gostar dos Coldplay, à hora do início do concerto do grupo a chuva abrandou, mas mesmo que isso não tivesse acontecido, essa companhia indesejada não teria sido suficiente para desanimar os cerca de 50000 espectadores que esgotaram o Dragão.
Quem acabou por ser mais prejudicado com a questão da chuva foi Rita Ora, que fez uma primeira parte mais curta do que o previsto, durante a qual interpretou de forma enérgica, mas sem contagiar, alguns temas do seu disco de estreia, a lançar brevemente.
Após uma breve pausa, e sempre com a chuva a cair, surge em palco Marina and The Diamonds, que regressou a Portugal depois da sua passagem pelo Festival de Paredes de Coura de 2011. De chapéu de chuva na mão, Marina Diamandis apresentou-nos alguns temas, não só do seu mais recente disco "Electra Heart", mas também do antecessor "The Family Jewels" de 2010, discos muito bem recebidos pela crítica e com bastante aceitação nos meandros da música pop alternativa. Foi pena que as condições climatéricas da chuva e do frio, limitassem a reacção do público, pois Marina Diamandis irradia talento e charme, e ainda por cima com muita classe.
Após mais um curto intervalo e com um atraso de 15 minutos, quando os nossos corpos se aproximavam da fase de imunidade à chuva, pois já estávamos todos ensopadinhos, eis que sobem ao palco os Coldplay, no meio de um excelente jogo de luzes, de fogo de artifício e milhares de pulseiras interactivas que  eram controladas pela parte técnica do grupo, que piscavam e faziam com que fossemos parte do espectáculo, transformando toda a envolvência humana num imenso jogo de luzes.
Musicalmente falando, o início não podia ser melhor e cedo se percebeu que o grupo pretendia agarrar o público desde a primeira música, e ao fazer isso conseguiu quebrar o gelo e o desconforto de várias horas à chuva.
"Mylo Xyloto" foi o tema que deu início a quase duas horas de boa música, num ritmo acelerado, com um alinhamento perfeito e que proporcionou uma viagem pelos cinco discos de originais já editados, sendo que a maior parte das músicas foram do recente "Mylo Xyloto", do qual tocaram 12 temas; de "A Rush Of Blood To The Head", que por muitos é considerado o melhor, foram tocados 5 temas; de "Viva La Vida", o mal-amado do grupo, tocaram três temas; de "X & Y", o mais conceptual, foram tocados dois temas; e de "Parachutes", o que fez com que começasse a gostar de Coldplay e os lançou para o estrelato, há muitos anos, tocaram aquele que para mim é o melhor tema do grupo, "Yellow", um tema forte e fascinante.
Apesar de actualmente, pelo menos em Portugal, ser moda dizer mal dos Coldplay, com a argumentação de que Chris Martin, Jon Buckland, Guy Berryman e Will Champion, optaram por uma faceta mais comercial, abandonando a cena Indie e optando pelo Maistream, continuo a considerá-los uma grande banda que vale como um todo. Estou convencido que é uma daquelas bandas que se um dia se separa, nenhum dos seus elementos consegue obter sucesso a solo, pois a magia e a beleza na música do grupo funcionam como um todo, e, para além disso, poucos grupos existem actualmente que se possam gabar de encher estádios por onde quer que passem, e os Coldplay fazem-no, e muito bem.
Resumidamente, foi um concerto muito bom, que fez esquecer o Alive do ano passado.

21 May 2012

Momentos... Spain

Spain, no Hard Club, Porto

Setlist... Coldplay

Setlist do concerto dos Coldplay no Estádio do Dragão, dia 18 de Maio

01 - Mylo Xyloto
02 - Hurts Like Heaven
03 - In My Place
04 - Major Minus
05 - Lovers in Japan
06 - The Scientist
07 - Yellow
08 - Violet Hill
09 - God Put a Smile Upon Your Face
10 - Princess of China
11 - Up In Flames
12 - Warning Sign
13 - A Hopeful Transmission
14 - Don't Let It Break Your Heart
15 - Viva La Vida
16 - Charlie Brown
17 - Paradise
18 - Us Against The World
19 - Speed of Sound
20 - Clocks
21 - Fix You
22 - M.M.I.X
23 - Every Teardrop is a Waterfall

Homenagem... Robin Gibb

17 May 2012

Momentos... Talkfest (Exposição)

Alguns dos bilhetes já publicados neste blog, que estiveram em Exposição durante a realização do Talkfest - Fórum sobre o futuro dos festivais de música em Portugal, no ISEG.

16 May 2012

Momentos... Talkfest (Exposição)

Alguns dos bilhetes já publicados neste blog, que estiveram em Exposição durante a realização do Talkfest - Fórum sobre o futuro dos festivais de música em Portugal, no ISEG.

Momentos... Bruce Springsteen

Bruce Springsteen no Estádio Olímpico de Sevilha

15 May 2012

Momentos... Bruce Springsteen

Bruce Springsteen no Estádio Olímpico de Sevilha.
Na foto de cima, o "Boss" proporcionou a esta menina a possibilidade de cantar o refrão de "Watin In' On a Sunny Day".
Nas outras duas fotos, Bruce Springsteen fez com que a menina fizesse o papel de Courteney Cox no clip "Dancing In The Dark", dançando um pouco com ela.
Dois momentos que as próprias jamais esquecerão.

14 May 2012

Setlist... Bruce Springsteen em Sevilha

Setlist do concerto de Bruce Springsteen no estádio Olímpico de Sevilha, no dia 13 de Maio.

01 - Badlands
02 - We Takke Care of Our Own
03 - Wrecking Ball
04 - The Ties That Bind
05 - Death To My Hometown
06 - My city Of Ruins
07 - Trapped
08 - Out In The Street
09 - Jack Of All Trades
10 - Candy's Room
11 - She's The One
12 - Darlington County
13 - Shackled And Drawn
14 - Waitin' on a Sunny Day
15 - The Promised Land
16 - Apollo Medley
17 - Because The Night
18 - The Rising
19 - Lonesome Day
20 - We Are Alive
21 - Land of Hope and Dreams
22 - Rocky Ground
23 - I'm Going Down
24 - Born To Run
25 - Dancing In The Dark
26 - Bobby Jean
27 - Tenth Avenue Freeze-Out

09 May 2012

Ao vivo... Nate Young

Data - 13 de Abril de 2012
Local - Galeria Zé dos Bois
Notas - Nate Young, um dos membros dos Wolf Eyes, deu um concerto para cerca de 50 pessoas no "aquário", desta vez com cadeiras, da Galeria Zé dos Bois.
Com o seu estilo musical muito próprio, com sons e ruídos produzidos principalmente através de osciladores, Young tocou apenas dois temas com cerca de 30 minutos cada um, que foi o suficiente para que o público abandonasse  com ar de satisfação, a excelente sala situada no Bairro Alto. Apesar de não ser uma música com características intimistas, o concerto acabou por o ser, muito por força da lotação da sala estar, propositadamente, reduzida. Uma música, de certo modo estranha, mas que desperta grande curiosidade na forma como é tocada e pelos sons que produz.
Quanto aos Tropa Macaca, que tocaram na primeira parte, este duo português cuja música assenta numa guitarra e também nos osciladores, parecia estar ausente e o espectáculo não funcionou. Demasiado fechados no seu mundo, um pouco por causa da sonoridade do grupo, o concerto acabou por ser isso mesmo, ou seja, dava a sensação de estarem em palco dois músicos a tocar para si com alguém a assistir. Se Young conseguiu, de certa forma e à sua própria maneira, interagir com o público, já este duo deixou um pouco a desejar.

03 May 2012

I Break Horses - Hearts

Por vezes conhecemos pessoas da forma mais estranha que se pode imaginar, mas mais estranho ainda é conhecer-se alguém num fórum de medicina onde se inscrevem muitos hipocondríacos, e vir a formar com esse alguém um grupo musical, indo muito para além dos tradicionais conhecimentos on-line.
Esta pequena história acaba por estar na origem dos I Break Horses, grupo da cidade sueca de Estocolmo. Fredrik Back e Maria Lindén conheceram-se desta maneira, e graças à paixão pela música formaram, no ano de 2008, o grupo que no final de 2011 editou "Hearts", um disco com um pop suave, com uma música muito assente em sintetizadores, distorções de guitarras e uma voz angelical e suave, dentro do característico estilo "Shoegaze" - nascido em Inglaterra, há quem diga pela mão dos My Bloody Valentine.
Foram três anos de intervalo entre a formação do duo e a edição do primeiro disco, três anos que serviram para criar, organizar e cimentar ideias quanto ao objectivo musical pretendido. Apesar do resultado não ser deslumbrante, acabam por sobressair as boas composições, com músicas bem estruturadas e sempre com um fio melodioso e de sedução, graças à extraordinária voz de Maria Lindén, uma voz doce e ternurenta, capaz de criar bons momentos musicais, principalmente em espectáculos ao vivo.

01 - Winter Beats
02 - Hearts
03 - Wired
04 - I Kill Your Love, Baby
05 - Pulse
06 - Cancer
07 - Load Your Eyes
08 - Empty Bottles
09 - No Way Outro

Nota - 7.8/10

P.S. - Os I Break Horses vão passar pelo Primavera Sound, no dia 09 de Junho.

02 May 2012

Ao vivo... Il Divo

Data - 28 de Abril de 2012
Local - Pavilhão Atlântico
Notas - Comentário já publicado neste blog.